sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

TEMPO HOJE

Fonte: www.correiodoestado.com.br

Exportações de carne bovina batem novo recorde, apesar dos embargos





Os recentes embargos levantados contra a carne bovina do Brasil não foram capazes de evitar que o país alcançasse uma nova marca histórica. Entre janeiro e a segunda semana de dezembro, as exportações brasileiras de carne bovina renderam US$ 5,5 bilhões, um recorde, informou ontem a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec). Até então, o melhor ano para o segmento havia sido 2008, quando suas vendas externas somaram US$ 5,4 bilhões.

Se depender das estimativas da Abiec, o resultado será ainda maior. A entidade prevê que, até o fim de dezembro, a receita com as exportações atingirá US$ 5,8 bilhões. O montante representa um salto de 18,3% sobre os US$ 4,9 bilhões do mesmo intervalo do ano passado. O Brasil convive com um duplo cenário favorável: no front interno conta a maior oferta de boi gordo. Na área externa, há menor concorrência dada a restrição de oferta em seu maior "adversário", os Estados Unidos.

Em relatório divulgado ontem, a Abiec voltou a minimizar os embargos impostos à carne bovina do país devido a confirmação, no último dia 7, de um caso "não clássico" da doença da "vaca louca" no Paraná. Segundo a entidade, os países que levaram barreiras respondem por apenas 4,42% das exportações.




A novidade do relatório foi a presença de Taiwan entre os mercados que proibiram as compras de carne bovina do Brasil. O Valor PRO, serviço de tempo real do Valor, apurou que o Ministério da Agricultura recebeu, apenas no fim da tarde de ontem, um comunicado oficial de Taiwan, que engrossou uma lista que já incluía Arábia Saudita, China, Japão, África do Sul e Coreia do Sul. O Egito, um dos maiores importadores da carne brasileira, também levantou barreira, mas apenas à carne bovina do Paraná, fornecedor irrelevante para o mercado egípcio.

Apesar da possível restrição, Taiwan também é um mercado irrelevante para as exportações brasileiras de carne bovina. Entre janeiro e novembro, importou apenas 5,5 toneladas de carne bovina brasileira de um total de 1,134 milhão de toneladas. A Arábia Saudita segue como o único mercado relevante a proibir a carne brasileira. Os sauditas respondem por 3% das vendas externas de carne do Brasil.

Ontem, o presidente da Minerva, Fernando Galletti de Queiroz, elogiou a estratégia adotada pelo Ministério da Agricultura no caso da "vaca louca", ao priorizar os principais países importadores da carne do país (ver matéria ao lado).

Entre os meses de janeiro e novembro deste ano, o Brasil vendeu carne bovina para 138 destinos, de acordo com o relatório da Abiec. Mais uma vez, a Rússia liderou o ranking dos importadores. No período, os russos compraram 19% de toda a carne bovina exportada pelo Brasil. Hong Kong e União Europeia, com 14% das vendas brasileiras, e Egito, com 10%, integram o time dos maiores importadores de carne bovina do Brasil.

No acumulado deste ano até novembro - último detalhamento disponibilizado pela Abiec -, as exportações do Brasil renderam US$ 5,2 bilhões, salto de 6,3% sobre o mesmo período de 2011. Em volume, esses embarques somaram 1,134 milhão de toneladas, incremento de 12,25% na mesma comparação. O preço médio da carne brasileira enviada para o exterior recuou 5,2%, para US$ 4,648 mil a tonelada, informou a entidade.

Das exportações totais de carne bovina, 75,9% foram do produto in natura. Já os miúdos responderam por 12,6%, enquanto que as vendas de carne industrializada contribuíram com outros 8,7%.

Fonte: www.valor.com.br

Produtores do Centro-Oeste receberão benefício em caso de calamidade





Os pequenos agricultores do Centro-Oeste terão direito a um benefício que concede condições mínimas de sobrevivência para quem vive em localidades que frequentemente estão sujeitas a perda da produção por causa da estiagem ou do excesso de chuva.



É o que determina o projeto (PLS 238/2012) do senador Antonio Russo (PR-MS) que estende o Seguro Garantia-Safra aos municípios do Centro-Oeste. A proposição foi aprovada pela Comissão de Agricultura do Senado, nesta terça-feira 18/12. Agora a matéria será encaminhada à Câmara dos Deputados.



O relator da matéria, senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), ressaltou que a iniciativa de Russo é oportuna e tem grande mérito. Segundo ele, “é inegável que, assim como as secas severas ou os períodos de chuvas muito intensas afetam fortemente os pequenos agricultores da região Nordeste do Brasil, o mesmo ocorre com os agricultores da região Centro-Oeste”. Para ele, as populações mais carentes de ambas as regiões são igualmente merecedoras de políticas de assistência.



O benefício do Garantia-Safra já é concedido hoje aos agricultores familiares do Nordeste vítimas da seca ou de enchentes, que estão sob a área de atuação da SUDENE (Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste).



Os recursos são provenientes do Fundo Garantia-Safra, vinculado ao Ministério do Desenvolvimento Agrário.



Quando apresentou a matéria, em julho deste ano, o senador Antonio Russo afirmou que “a proposta aprimora a rede de proteção social do País, estendendo para a área de atuação da SUDECO (Superintendência de Desenvolvimento do Centro-Oeste) o benefício que até hoje só chegava ao Nordeste".



Ele ainda argumentou que o Centro-Oeste é uma área altamente produtiva e também sofre com fenômenos climáticos extremos, como as estiagens prolongadas ou as catástrofes provocadas pelas enchentes. "Este projeto visa oferecer um apoio para as famílias se reerguerem após o sofrimento de perder a safra e até, em muitos casos, os seus bens materiais", afirmou.
Fonte: Dourados News

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Preço da carne bovina volta a cair depois de semanas de maior estabilidade







Depois de permanecerem sustentados por mais de um mês, em meio à dificuldade para escoar a produção, aumento na oferta de gado e carne com osso registrando desvalorizações consecutivas, os preços dos cortes desossados recuaram na última semana. Segundo a Scot Consultoria, a desvalorização foi de 1,9%, embora tanto carne de traseiro como dianteiro tenham registrado retração nas cotações, os cortes "menos nobres" são destaque, com recuo de 3,5% nos preços.

Os estoques das indústrias têm crescido, de acordo com os pesquisadores. O último bimestre do ano deve contrariar as expectativas e terminar com vendas ruins.

Os rumores a respeito de uma possível interferência nas exportações do país em função da divulgação da presença do agente causador da doença da vaca louca em um animal morto no Paraná em 2010 deixam as indústrias em alerta e podem estar fazendo com que estas aumentem a colocação do produto no mercado interno, elevando a oferta. Por isso, não há expectativa de melhora significativa nas vendas no curto prazo.

Última semana
No Pará e em Tocantins, as chuvas que começaram há alguns dias colaboram com a melhoria das condições das pastagens. As expectativas da semana anterior, de aumento na demanda no Pará, se confirmaram, mas sem força para alterar os preços. Apenas ajustes pontuais.

No Paraná e em Santa Catarina, a situação foi semelhante. A procura melhorou, principalmente por bezerros desmamados. Já o boi magro tem boa oferta e demanda comedida. No Rio Grande do Sul, a oferta de fêmeas desmamadas aumentou na última semana. A procura pela vaca magra melhorou.

No geral, o volume de negócios na semana foi pequeno, segundo os pesquisadores. Os principais fatores que estão afetando o mercado de reposição atualmente são o mercado do boi gordo em baixa na maioria dos estados, o que desanima o pecuarista a sair à procura de animais de reposição, e a proximidade das festas de final de ano, que geralmente diminuem o volume de negócios.

Sexta-feira
Ainda segundo o levantamento, na última sexta , dia 14, a maioria das indústrias fazia ofertas de balcão a preços menores que no início daquela semana, o que travava o mercado. Em São Paulo, a referência para o boi gordo fechou em R$ 94,50 por arroba à vista e R$ 96,00 por arroba a prazo.

Para os especialistas, a disponibilidade de boiadas permite que as programações evoluam sem dificuldades. Este fator, somado ao desempenho fraco das vendas de carne no atacado, colabora com a pressão de baixa.

A situação ocorre na maior parte do país. No Triângulo Mineiro e no sul de Goiás, os animais terminados estão cotados em R$ 88,00 por arroba a prazo e R$86 por arroba à vista, respectivamente. Nos últimos oito dias, a arroba nestas praças recuou 5,4% e 5,5%. No mercado atacadista de carne com osso, há dificuldade de escoamento do produto, principalmente para as peças de dianteiro.


Fonte:: Scot Consultoria

Cotações & Clima de 17/12/2012 - MS


17/12 - MS

R$ 91,50Boi Gordo - @
R$ 86,00Vaca Gorda - @
R$ 28,00Milho - sc 60kg
R$ 70,00Soja - sc 60kg
Fonte:
                                                                   Clima  REGIÃO CENTRO OESTE
A nebulosidade diminui no centro-norte de GO e no DF. O sol aparece na maior parte do dia, mas as nuvens aumentam e provocam chuva a partir da tarde. Nas demais áreas, dia com muitas nuvens, aberturas de sol e pancadas de chuva que podem fortes.

Tempo para Campo Grande - MS

Previsão do tempo atualizada às: 07:21
Segunda-Feira, 17/12
Nascer do sol:05h53Pôr do sol:19h17
  • Manhã
  • Tarde
  • Noite
  • Max 29ºMin 22º
  • 42mm
    90%
  • NNW
    14km/h
  • 97%64%
Índice UV: Alto


Fonte: www.climatempo.com.br