quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Cepea projeta receita recorde para a pecuária brasileira em 2013

As exportações brasileiras de carne bovina in natura seguem crescentes e 2013 deve ser o melhor ano em receita para o setor pecuário nacional. A avaliação foi divulgada nesta quinta-feira (7/11) pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). 

“Desde julho, a receita arrecadada com os embarques de carne bovina tem registrado seguidos recordes. O resultado favorável aos exportadores ao longo do ano está atrelado principalmente ao maior volume embarcado, tendo em vista que o preço médio da carne bovina vendida ao mercado internacional não subiu no mesmo período”, avaliam os pesquisadores.

No mercado interno, as negociações seguiram lentas na reposição, gado para abate e carne com osso. Ainda assim, entre 30 de outubro e 6 de novembro, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa do boi gordo com referência no estado de São Paulo, que serve de referência para o contrato na bolsa brasileira, teve pequeno acréscimo de 0,62%, fechando em R$ 108,53 na quarta-feira (6/11).


Confira=>(http://cepea.esalq.usp.br/boi/)


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sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Confirma paternidade de cinco touros nelore o Ministério da Agricultura.

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento comunicou ao Serviço de Registro Genealógico das Raças Zebuínas, delegado à ABCZ, o resultado oficial das verificações de parentesco de touros da raça nelore, cujas possíveis não conformidades foram apontadas por estudo conduzido pela Conexão Pecuária para o Melhoramento Genético, Unesp Araçatuba e Unesp Jaboticabal, encaminhado pela ABCZ ao MAPA. Do grupo inicial de 15 touros apontados pela pesquisa como tendo possíveis erros de paternidade, restaram confirmadas 10 (dez) não conformidades e outros 5 (cinco) touros confirmaram sua paternidade originalmente declarada ao SRGRZ, nestes casos, demonstrando uma margem de erro na própria pesquisa - a principal razão para que os testes fossem refeitos oficialmente.

Dos 10 (dez) touros testados, 8 (oito) já tiveram suas reais paternidades confirmadas dentro do processo conduzido diretamente pelo MAPA e 2 (dois) aguardam novos laudos de confirmação. Os dois touros aguardando identificação de paternidade são Emergido de Naviraí (CSCN8633) e B8369 (MANA8369) e, nos dois casos, os laudos não os qualificaram com os pais declarados ao SRGRZ e tampouco com os possíveis pais apontados pela pesquisa. Para ambos, novas análises serão feitas até que restem estabelecidas as paternidades. Os resultados dos oito touros com processo concluído podem ser verificados no quadro abaixo.

Touros em teste: Backup AAAP1653

Pai declarado ao SRGRZ: Fajardo da GB I3165

Laudo Oficial do MAPA - Não qualifica

Possível pai testado - Gabinete F1045

Laudo Oficial do MAPA- Qualifica



Touros em teste: Sanduíche H1356

Pai declarado ao SRGRZ - Uiru da Soraya B4482

Laudo Oficial do MAPA - Não qualifica

Possível pai testado- Matão H575

Laudo Oficial do MAPA - Qualifica



Touros em teste: Voltaire TE JR da RS HA1400

Pai declarado ao SRGRZ - Vindouro C6269

Laudo Oficial do MAPA - Não qualifica

Possível pai testado - Rapilho da SI HA4040

Laudo Oficial do MAPA - Qualifica



Touros em teste: Gold MRA MRA2679

Pai declarado ao SRGRZ - 1646 da MN D7661

Laudo Oficial do MAPA- Não qualifica

Possível pai testado - Himalaya do Br. B5980

Laudo Oficial do MAPA - Qualifica



Touros em teste: Borio XRGM A70

Pai declarado ao SRGRZ - Fosfato E4499

Laudo Oficial do MAPA - Não Qualifica

Possível pai testado - 1646 da MN D7661

Laudo Oficial do MAPA - Qualifica



Touros em teste: Hamurabi da Mat. RDM2054

Pai declarado ao SRGRZ Dirigido da Mat. RDM886

Laudo Oficial do MAPA - Não qualifica

Possível pai testado- Kulal AJ 340493AJ

Laudo Oficial do MAPA- Qualifica



Touros em teste: Jayamu da Mat. RDM2885

Pai declarado ao SRGRZ- Dirigido da Mat. RDM886

Laudo Oficial do MAPA - Não qualifica

Possível pai testado- Kulal AJ 340493AJ

Laudo Oficial do MAPA - Qualifica



Touros em teste: CEN 3120 Insoluto

Pai declarado ao SRGRZ - Ranchi Ipê Ouro IPE1384

Laudo Oficial do MAPA - Não qualifica

Possível pai testado- CEN1856 DesacatoTE L9320

Laudo Oficial do MAPA - Qualifica

A ABCZ esclarece que os procedimentos de correção dos pedigrees serão feitos de forma imediata e que, frente aos resultados verificados duas soluções já foram aprovadas pelo Conselho Deliberativo Técnico – CDT das raças zebuínas e homologadas pelo MAPA, que são:

• Para os touros cuja paternidade foi alterada para outro genitor da mesma categoria de registro (PO), os documentos anteriormente emitidos serão recolhidos e um novo documento, com a nova paternidade será emitido.

• Para os touros cuja paternidade foi alterada para outro genitor que não se enquadra nas regras do registro genealógico (uso não permitido de touros da categoria LA), que são os casos de Hamurabi da Matinha (RDM2054) e Jayamu da Matinha (RDM2885), os procedimentos contidos no Art. 153 do Regulamento do SRGRZ serão adotados:

Art. 153 - Os procedimentos que serão aplicados aos reprodutores da raça Nelore, Hamurabi da Matinha, inscrito no SRGRZ sob o número RDM2054 e Jayamu da Matinha, inscrito no SRGRZ sob o número RDM2885, assim como aos produtos declarados ao SRGRZ como descendentes diretos ou indiretos desses reprodutores, encontram-se no Anexo 1, que passa a fazer parte integrante deste Regulamento, independente de outras determinações nele contidas.

Parágrafo Único – O prazo para aplicação dos procedimentos citados no caput deste Artigo expira em 31 de dezembro de 2015, sendo que, após esta data, os produtos não regularizados junto ao SRGRZ terão seus registros cassados.

ANEXO 1

Procedimentos a serem adotados nos casos específicos dos reprodutores Hamurabi da Matinha, inscrito no SRGRZ sob o número RDM2054 e Jayamu da Matinha, inscrito no SRGRZ sob o número RDM2885, assim como aos produtos declarados ao SRGRZ como descendentes diretos ou indiretos desses reprodutores.

• Será eliminada a linha paterna de Hamurabi da Matinha (RDM2054) e de Jayamu da Matinha (RDM2885) com manutenção da linha materna, que passarão a ser considerados como Livro Aberto de primeira geração (LA1), mas terão garantido o direito de serem utilizados na seleção nas condições especificadas a seguir. Vale ressaltar que o uso de touros LA se restringe, salvo exceções já previstas no Regulamento do SRGRZ, a estes reprodutores e aos produtos descendentes destes reprodutores e nas condições aqui mencionadas.

• Os reprodutores Hamurabi da Matinha (RDM2054) e Jayamu da Matinha (RDM2885), transformados em LA1, poderão ser utilizados em monta natural ou controlada sem restrições, mas a industrialização e comercialização de seus respectivos materiais genéticos (sêmen) somente poderão ser feitas dentro de um período de 2 (dois)anos, contados a partir da aprovação deste regulamento pelo MAPA.

• Do acasalamento desses reprodutores (LA1) com produtos PO ou com LA de segunda geração (LA2) resulta produto igualmente Livro Aberto, mas de segunda geração (LA2). O produto oriundo desse Livro Aberto (LA2) se acasalado com PO (Puro de Origem) ou com LA2 será PO.

• Do acasalamento desses reprodutores (LA1) com fêmeas LA1 resultarão produtos LA1. Esse animal LA1, resultante desse tipo de acasalamento, se acasalado com outro animal PO ou um LA2, produzirá um animal LA2 e daí por diante seguem-se os procedimentos normais em vigor.

• Esses procedimentos terão validade de aplicação até 31 de dezembro de 2015,

sendo que, findo esse prazo, os produtos não regularizados terão automaticamente seus registros cassados.

Esquematicamente e exemplificando os procedimentos supramencionados e considerando que o primeiro animal se refere aos reprodutores Hamurabi da Matinha (RDM2054) ou Jayamu da Matinha (RDM2885), que eram PO e foram transformados em LA1, a aplicação dos novos conceitos levaria às seguintes possibilidades, apresentadas na imagem, que passam a ser permitidas excepcionalmente:
Fonte: ABCZ

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Agricultura de precisão traz salto de produtividade

A aplicação de insumos de acordo com a variabilidade da lavoura, técnica conhecida como agricultura de precisão, ainda é pouco difundida no Brasil, mas pode ser o meio para um novo salto de produtividade do agronegócio. O ganho econômico depende de inúmeros fatores, mas em cooperativas gaúchas chegou a 11,7%. Outros relatos indicam incremento de produtividade de 20% e economia de insumos de 30%. 

O método consiste em traçar um diagnóstico da área de plantio, mapeando as necessidades de cada microárea, e aplicando a quantidade exata de cada insumo, em vez de aplicar uma taxa média em toda a lavoura. "O campo não é uniforme", diz o coordenador da Rede de Agricultura de Precisão da Embrapa, Ricardo Inamasu. "Há diferenças de paisagem, topografia, solo, clima, umidade; é tudo diferente."

Na cooperativa Farol, com atuação focada na agricultura de precisão, e que possui 2.500 produtores na região de Passo Fundo, no Rio Grande do Sul, a aplicação de fertilizantes e corretivos de solo garantiu alta de produtividade de "no mínimo 20%", afirma Vilmar Merotto, que preside o conselho de administração.

Segundo ele, os produtores da cooperativa atuam em uma área onde o solo é muito manchado. Por isso, o diagnóstico do terreno e a aplicação de insumos de acordo com a variabilidade acabam sendo muito importantes. "Em 10 ou 20 metros já percebemos diferenças. O que fazemos é tentar homogeneizar essas áreas."

Para Merotto, é difícil mensurar o ganho dos agricultores. Mas ele afirma que alguns têm tido ganhos "muito substanciais". No caso da soja, por exemplo, ele diz que a produtividade ultrapassa 3.600 quilos por hectare. Se comparada com a média nacional de 2.937 quilos, apurada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a produção da cooperativa é 22,6% maior.

Na Central de Cooperativas Gaúchas (CCGL), a estimativa é que 5.500 dos 170 mil produtores (3,2%), trabalhem com agricultura de precisão. Segundo pesquisa da instituição, esses agricultores têm ganhos 11,7% maiores, mesmo considerando os custos adicionais. "Os números são muito significativos. E a fração dos que usam o método tem crescido 30% ao ano", afirmou o pesquisador Jackson Fiorin, da CCGL.

Segundo ele, também é importante considerar que em torno de 80% dos produtores associadas à CCGL atuam no sistema de agricultura familiar. Em menor escala, o investimento em equipamentos e consultoria técnica acaba ficando mais caro. Segundo Fiorin, o grande produtor consegue investir em máquinas e ferramentas para aplicar os conceitos da agricultura de precisão. "Mas para pequenos, a cooperativa cumpre esse papel."

Fiorin também destaca que a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) contribuiu bastante para o desenvolvimento de tecnologia na região. A universidade gaúcha é a única no Brasil com um programa de mestrado voltado especialmente para a agricultura de precisão, além de programas de graduação e curso técnico na área. Com isso, a região também hospedou, na semana passada, o 2° Congresso Sul-Americano de Agricultura de Precisão e Máquinas Precisas, na cidade de Não-Me-Toque (RS).

Segundo o professor Telmo Amado, que coordena o programa de mestrado profissional em agricultura de precisão da UFSM, o encontro reuniu mais de 1.000 pessoas. "A ideia é dar ferramentas para as pessoas que vão adotar a técnica e dispor de um fórum de discussão e mostra de trabalho."

Telmo também coordena o projeto Aquarius, iniciado em 2000, fruto de uma parceria entre as empresas Massey Ferguson e Stara, de equipamentos agrícolas; a Yara, de fertilizantes; a cooperativa Cotrijal; e a universidade. A iniciativa tem como objetivo desenvolver técnicas para o ciclo completo (fertilização, plantio, cultivo e colheita) de agricultura de precisão. No começo, o projeto contava com duas áreas comerciais, a Schmidt, de 124 hectares e a Lagoa, com 132 hectares, ambas no município de Não-Me-Toque. Hoje são 16, com 729 hectares.

Segundo o professor, o início do projeto consistiu no diagnóstico do solo das lavouras para a elaboração de mapas de atributos químicos e a aplicação de insumos com taxa variável. Atualmente, Telmo diz que já existe uma série de técnicas mais avançadas que complementam a correção do solo. "Trabalhamos com sensores que identificam onde estão ervas daninhas e pragas, por exemplo." Outra área, é a semeadura precisa, que permite identificar falhas no processo de plantio. Por outro lado, ele diz que sem treinamento adequado, essas tecnologias acabam sendo desperdiçadas. "Não adianta essa tecnologia sem treinamento."

Para a formação de operadores de equipamentos agrícolas que atuam com ferramentas da agricultura de precisão, o Sistema Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), tem oferecido um curso especial em agricultura de precisão. "Treinamos 45 instrutores no ano passado. E estes vão dar aulas para os operadores", disse o coordenador do programa, Igor Borges.

Segundo Borges, os produtores investiram em máquinas, mas sem saber usá-las. "É comum que os operadores inclusive desliguem parte dos eletrônicos por falta de instrução."

Fonte: DCI

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quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Segundo IBGE, Abate de bovinos atinge 8,5 mi de cabeças, recorde histórico



O abate de bovinos no segundo trimestre de 2013 atingiu o recorde histórico de 8,5 milhões de cabeças, um aumento de 11,7% em relação ao igual trimestre de 2012. O resultado foi divulgado nesta quinta-feira, 19, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em relação ao trimestre imediatamente anterior, o avanço foi de 5,3%. O recorde anterior havia sido alcançado no quarto trimestre de 2012, com a marca de 8,2 milhões de cabeças abatidas. O peso acumulado de carcaças no segundo trimestre de 2013, de 2 milhões de toneladas, é 6,1% superior ao verificado no trimestre imediatamente anterior e 11,7% maior em relação ao segundo trimestre de 2012. A marca também significa recorde histórico.

O IBGE informou, ainda, que o incremento no número de bovinos abatidos, no comparativo do segundo trimestre de 2013 com o mesmo período do ano anterior, se deu em todas as regiões: 17,0% no Sudeste; 14,0% no Centro-Oeste; 10,0% no Norte; 6,2% no Nordeste; e 2,3% no Sul. No ranking do abate de bovinos por Unidade da Federação, 20 Estados apresentaram aumento da quantidade de cabeças abatidas, no comparativo do segundo trimestre de 2013 com o mesmo período do ano anterior, com destaque para Mato Grosso (16,3%), Goiás (26,3%) e Minas Gerais (29,6%). No ranking do abate de bovinos, destacam-se os estados da Região Centro-Oeste, ocupando as três primeiras posições, pela ordem, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás.

Fonte: Agência Estado




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quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Registra alta de quase de 3% por conta da menor oferta o boi gordo.



Segundo pesquisadores do Cepea, com a demanda maior que a disponibilidade, o boi gordo e a carne têm registrado valorizações consecutivas em setembro. No mês, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa do boi gordo já registra alta de 2,8%, com média de R$ 105,02.

Entre 4 a 11 de setembro, o Indicador teve elevação de 1,88%, fechando a quarta-feira em R$ 106,38. Nos primeiros 11 dias de setembro, no atacado da Grande São Paulo, o valor médio da carcaça casada de boi foi de R$ 6,67/kg, 7% acima do mesmo período de agosto/13 (R$ 6,23/kg), mas 2% abaixo da média dos primeiros 11 dias de setembro/12 (R$ 6,81/kg).




Acesse->(http://cepea.esalq.usp.br/boi/)

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terça-feira, 3 de setembro de 2013

Apostam no confinamento de animais para garantir rentabilidade Produtores da região centro oeste do Brasil

Segundo Associação Nacional dos Confinadores (Assocon), em 2012, foram confinadas 3.400 milhões de cabeças de gado. A maioria dos currais de engorda está nos Estados onde a seca é mais acentuada nos meses do outono e do inverno. Goiás, Mato Grosso, São Paulo, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais respondem por quase 90% dos confinamentos no Brasil. Outros Estados, como Rondônia e Paraná, já começam a aparecer nas pesquisas; é o que afirma a matéria noturna do dia 02/09 do site ruralbr pecuária



Confira a matéria na íntegra->(http://pecuaria.ruralbr.com.br/noticia/2013/09/produtores-da-regiao-central-do-brasil-apostam-no-confinamento-de-animais-para-garantir-rentabilidade-4255454.html)



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sábado, 31 de agosto de 2013

Retomada discussão sobre cartel no setor de carnes, na Câmara

A Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados realiza na próxima quarta-feira (4/9) uma nova audiência pública para discutir a cartelização na indústria de carnes do Brasil. Está prevista a participação do presidente da Ourofino Agropecuária, Dolivar Coraucci Neto, e o gerente da Divisão de Saúde Animal do laboratório MSD, Edival José dos Santos Júnior. 

O pedido foi feito pelo deputado Abelardo Lupion (DEM-PR), para quem práticas como cartel e monopólio desestimulam a produção. Para o parlamentar, prejudicam as relações entre pecuaristas, frigoríficos e outros segmentos como a saúde animal.

Nesta semana, em outra audiência sobre o assunto, o presidente do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos de Saúde Animal, (Sindam), Ricardo Pinto, negou a existência de cartel no setor de carne. Segundo ele, o mercado é competitivo.

“Em termos de preço, de oferta, a concorrência é muito grande. Se a gente for falar de biológicos e vacinas, nós temos entre oito, dez empresas que fabricam [vacina] contra a febre aftosa e a raiva”, disse ele, de acordo com a Agência Câmara.

O presidente da Associação Brasileira da Indústria Exportadora de Carne Bovina (Abiec), Antônio Camardelli, também negou a existência de cartel. Reconheceu, no entanto, a necessidade de uma aproximação maior entre o produtor e a indústria.

“Nós não vivemos uma cadeia produtiva. Cadeia produtiva salutar é aquela onde todo mundo ganha ou todo mundo perde. Infelizmente, nós precisamos nos aproximar, dos dois lados - produtor e indústria. Só nós organizados podemos fazer frente ao varejo”, afirmou o presidente da Abiec, também conforme a Agência Câmara.

O cartel é um acordo entre concorrentes usada, principalmente, para fixar preços no mercado. O objetivo é aumentar os lucros dos participantes, mas o efeito é o prejuízo ao consumidor. No Brasil, é considerada crime.




Fonte: Globo Rural




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segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Teve valorização em agosto suíno vivo.

De acordo com as informações do Pecuária Rural, a média do preço do suíno vivo na região de SP, especificamente em cinco cidades (Bragança Paulista, Campinas, Piracicaba, São Paulo e Sorocaba), nos primeiros 22 dias de agosto deste ano, está em R$ 3,20/ kg, 1,4% inferior à da mesma parcial de agosto de 2012, de R$ 3,24/kg, em termos nominais. No mês, porém, o animal acumula valorização de 16,9% (até 22 de agosto), com o quilo fechando a R$ 3,35/kg.


Segundo pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), suinocultores podem aproveitar o bom momento atual para fazer caixa ou, considerando os preços mais baixos no mercado de milho, para estocar uma quantidade maior do cereal para abastecer suas fábricas de ração, dependendo da capacidade de armazenamento. No caso da compra de mais insumos, para aqueles produtores que não estão em áreas próximas às regiões produtoras de grãos, um dos entraves acaba sendo o custo com frete para o transporte do produto.




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quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Deve ser recorde em 2013 abate de bovinos no país segundo Minerva

O abate de bovinos no Brasil, maior exportador global de carne bovina, deve crescer 11 por cento em 2013 ante 2012 e atingirá um nível recorde, com o câmbio estimulando negócios para exportação e um forte mercado interno, projetou nesta terça-feira um executivo da empresa de alimentos Minerva Foods.

"Estamos em ano recorde de oferta de animais para abate, mas os preços seguem sustentados porque tem uma demanda muito forte, que está se refletindo na cadeia toda. O preço é carregado pela demanda", disse o gerente para a área de pesquisa da Minerva Foods, Fabiano Tito Rosa.

Ele lembrou que depois da forte alta no preço da arroba, que atingiu valores recordes no segundo semestre de 2011, elevando os custos de produção, o setor agora busca recuperar as margens.

O executivo da companhia, terceira exportadora de carne bovina do país, ressaltou que as exportações brasileiras de carne seguem fortes nesta ano, com volumes acima da média de 2007, ano em que o país registrou exportação recorde.

"O Brasil voltou a exportar mais de 100 mil toneladas... Considerando os números até o momento, em agosto poderá atingir 106 mil toneladas", disse Tito Rosa. Em julho, o Brasil embarcou 105 mil toneladas.

Segundo ele, a demanda externa forte e um mercado interno sustentado têm levado a recordes no abate de bovinos no Brasil.

Os dados do Serviço de Inspeção Federal (SIF) sobre abates de bovinos apontaram um crescimento de 7 por cento em 2012 para um nível recorde.

Considerando os dados levantados pelo SIF, Tito Rosa estima que o país segue para outro recorde, crescendo 11 por cento.

Com a situação de boa disponibilidade de animais para abate, o preço do boi no Brasil está 21 por cento menor em relação a concorrentes importantes, como os Estados Unidos, o que vem justificando o aumento de abates.

O câmbio atual também torna a arroba bovina no Brasil mais competitiva na comparação com os Estados Unidos.

A companhia é grande exportadora, com cerca de dois terços da sua receita sendo oriunda das vendas externas.


Fonte: Famasul




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sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Vendas ruins, entretanto preços da carne se mantêm firmes


Apesar dos relatos de vendas ruins, o mercado atacadista de carne bovina sem osso de São Paulo ficou estável no acumulado dos últimos sete dias. Os abates cresceram significativamente em julho, com a desova final de boiadas de pasto, entrada de animais de cocho e de contratos a termo.
O consumo não evoluiu na mesma proporção. Considerando que a partir de agora a demanda tende a diminuir e, consequentemente, não há espaço para altas. Parte da estabilidade observada esta semana pode ser uma estratégia das empresas para conservar suas margens.

As vendas melhores são para cortes de dianteiro, o que demonstra que já há queda no poder de compra da população.

Os preços da carne são praticamente os mesmos de um mês atrás. Porém, na comparação anual, a carne é vendida por um valor 5,2% maior.

Com o recuo no preço da arroba do boi gordo, a estabilidade no mercado atacadista gerou efeito positivo. A margem de comercialização dos frigoríficos que desossam chegou aos 22,0%, a maior desde o final de maio.


Fonte:Scot Consultoria


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quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Indicadores do mercado do boi


Margem bruta, câmbio
O indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista apresentou baixa de 0,13% nessa quarta-feira (14) sendo cotado a R$100,44/@. O indicador a prazo foi cotado em R$101,47.


                                                 Bezerro à vista x margem bruta
O indicador Esalq/BM&F Bezerro registrou valorização de 0,04%, cotado a R$805,66/cabeça nessa quarta-feira (14). A margem bruta na reposição foi de R$851,60 e teve desvalorização de 0,29%.


                                                   Boi gordo à vista em dólares e dólar
Na quarta-feira (14), o dólar valorizou 0,36% e foi cotado em R$2,31. O boi gordo em dólares registrou desvalorização de 0,49% sendo cotado a US$43,46. Verifique as variações ocorridas no gráfico acima.


                                           

                                      Fechamento do mercado futuro em 14/08/13

O contrato futuro do boi gordo para Set/13 teve desvalorização de R$0,01 e foi negociado a R$101,29.
                                                  Atacado da carne bovina


No atacado da carne bovina, o equivalente físico foi fechado a R$93,93. O spread (diferença) entre os valores da carne no atacado e do Indicador do boi gordo foi de -R$6,51 e com variação de -R$0,13 no dia.


Fonte: Esalq/BM&F. Bacen, intercarnes

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terça-feira, 13 de agosto de 2013

Sobem 3,6% em julho as exportaçõs do agronegócio e chegam a US$ 9,3 bi



As exportações brasileiras do agronegócio, em julho deste ano, foram de US$ 9,3 bilhões. Esse montante representa incremento de 3,6% em relação ao mesmo período de 2012, quando as vendas do setor somaram US$ 8,98 bilhões. As importações aumentaram de US$ 1,22 bilhão para US$ 1,51 bilhão. Desta forma, o saldo da balança comercial do agronegócio foi positivo no período, de US$ 7,79 bilhões.

O principal setor exportador agrícola brasileiro no mês foi o complexo soja, responsável por 42,5% das exportações do agronegócio ou US$ 3,95 bilhões. Esse valor, quando comparado aos US$ 3,15 bilhões comercializados em julho de 2012, representou um crescimento de 25,6%. Logo em seguida, considerando-se o valor exportado, aparece o setor de carnes, com vendas totais de US$ 1,46 bilhão. O carro-chefe em vendas do setor foi a carne de frango, que gerou US$ 631 milhões em divisas (+20,7%).

Em referência às exportações do agronegócio brasileiro divididas por blocos econômicos, mais uma vez se destacou as vendas para o continente asiático, que cresceram a uma taxa de 14,6% e atingiram o montante de US$ 3,89 bilhões. Essa expansão possibilitou um aumento da participação nas vendas externas do agronegócio brasileiro de 4 pontos percentuais, passando de 37,8% em julho de 2012 para 41,8% em julho do ano corrente.

O segundo principal bloco de destino das exportações brasileiras no mês foi a União Europeia (UE-28), com o valor de US$ 2,26 bilhões e aumento de 7,5% em comparação a julho do ano anterior.
Resultado de janeiro a julho de 2013

Entre janeiro e julho de 2013, as exportações do agronegócio cresceram 9,5% e atingiram a cifra recorde de US$ 58,87 bilhões. Um aumento de US$ 5,12 bilhões em relação aos US$ 53,76 bilhões exportados no mesmo período de 2012.

Os cinco principais setores exportadores do agronegócio entre janeiro e julho de 2013 foram complexo soja (US$ 21,26 bilhões); carnes (US$ 9,59 bilhões); complexo sucroalcooleiro (US$ 7,42 bilhões); produtos florestais (US$ 5,49 bilhões) e cereais, farinhas e preparações (US$ 3,24 bilhões).

Fonte: Ministério da Agricultura

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Segundo analista de mercado preços do boi devem voltar a subir a médio prazo



Segundo informou o site ruralbr pecuária ontem (12/08) a queda nos preços do boi gordo, de acordo com o analista de mercado, Caio Junqueira, foi causada pela a geada que prejudicou as pastagens no mês passado, e estimulou a oferta do animal.

– A meu ver, o principal motivo para a enxuta oferta de animais, foi a geada. O clima foi o fator predominante para essa queda. A situação das pastagens está crítica, degradado Brasil a fora – disse.

Segundo o analista, de curto a médio prazo, deve haver mudança nos preços. A oferta de boi magro e de bezerro, de acordo com ele, é peça chave para o confinamento, mas deve sofrer mais que o boi gordo.

Junqueira diz que quando diminuir a oferta de boi de pasto deve ser apenas para o boi de confinamento. Segundo ele, isso não sustentará a pressão de baixa, portanto, os preços devem voltar a subir.

– Acredito que em 10 dias, o boi deve pegar uma vertente de alta – disse.


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segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Cotações - MS

 MS

R$ 95,80Boi gordo
R$ 90,60Vaca gorda
R$ 16,00Milho - sc 60kg
R$ 58,00Soja - sc 60kg

Fonte:Famasul

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Entrega do ITR 2013 começa em 19 de agosto

Começa no dia 19 de agosto o prazo para a entrega da Declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (DITR) de 2013. A apresentação deste documento deve ser feita junto à Secretaria da Receita Federal do Brasil, e é obrigatória para pessoas físicas e jurídicas que sejam proprietárias de imóveis rurais, titulares do domínio, ou possuidoras, a qualquer título, incluindo aquelas que somente usufruem do imóvel.

As regras para o ITR 2013 estão na Instrução Normativa (IN) 1.380. Quem não fizer a declaração ficará impedido de tirar a Certidão Negativa de Débitos, documento indispensável para registro de compra ou venda de propriedade rural e para a obtenção de financiamento agrícola. A data final para declarar o imposto é 30 de setembro.

A declaração deve ser feita por meio do Programa Gerador da Declaração do ITR, relativo ao exercício de 2013, que estará disponível no site da Receita Federal (www.receita.fazenda.gov.br).

Áreas de interesse ambiental – O proprietário também deve entregar, até 30 de setembro, o Ato Declaratório Ambiental (ADA), que serve para comprovar a existência de áreas de interesse ambiental em sua propriedade. Estas áreas são classificadas como “não tributáveis” ficando, portanto, isentas do ITR.

São áreas de interesse ambiental: Áreas de Preservação Permanente (APP), Reservas Legais (RLs), Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPN), Interesse Ecológico, Servidão Ambiental, Cobertas por Floresta Nativa e Alagadas para constituição de reservatório de usinas hidrelétricas. Por meio do ADA, também é possível ter redução da alíquota para as áreas de manejo florestal.

Para entregar o ADA, o interessado deve preencher um formulário eletrônico do Sistema ADAWeb, que pode ser acessado no site do IBAMA. Nele, o proprietário rural informa seus dados, como o CPF ou CNPJ, senha e autenticação a respeito das informações ambientais que serão apresentadas ao Ibama. As declarações retificadoras referentes ao ADA deverão ser entregues até 30 de dezembro.


Fonte: CNA


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terça-feira, 6 de agosto de 2013

Milho: preço recua 9% em julho



Segundo o Estadão os preços do milho no mercado brasileiro recuaram quase 9% em julho, tanto no mercado de lotes quanto no de balcão, apontou o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq/USP) nesta terça-feira. Mediante o centro, os atuais preços do milho têm se aproximado dos menores níveis em 14 anos, considerando a série histórica em termos reais de regiões do Paraná e Centro-Oeste.
De acordo com os pesquisadores, "a colheita da segunda safra satisfatória, problemas logísticos e de qualidade do cereal brasileiro, aliados ao ritmo de produção aquecido nos Estados Unidos e na Argentina, têm intensificado as baixas".

Os preços nos terminais também apresentaram recuo em julho. Nos portos de Paranaguá, no Paraná, e de Santos, em São Paulo, as cotações do cereal cederam mais de 11% no mês passado. "Esse cenário pode dificultar possíveis reações nos preços nas regiões produtoras. Para agravar a situação, os preços nas Bolsas de futuros também estão em queda".


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sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Estudo mostra que alimentar bovinos com cana-de-açúcar no inverno traz mais peso e qualidade de carcaça ao animais



Um estudo da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ) da USP, em Pirassununga, no interior de São Paulo, aponta que a adição de cana-de-açúcar na dieta de bovinos pode ser uma boa alternativa para os produtores alimentarem os animais no inverno. Animais que receberam, durante 105 dias, dieta composta por concentrado mais volumoso exclusivo de cana de alta digestibilidade, apresentaram inúmeros benefícios como maior ganho de peso total e diário, e melhor acabamento e rendimento de carcaça.

Segundo o médico veterinário Bruno de Souza Mesquita, que fez dissertação de mestrado sobre o tema, sob a orientação do professor Luis Felipe de Prada e Silva a opção é pertinente:

– Os bovinos precisam ganhar peso durante todo o ano, porém, no inverno, há escassez de pastagens o que atrapalha o desempenho animal. A safra da cana coincide com esse período, o que a torna excelente opção para a manutenção do desempenho animal durante o período seco.

O veterinário explica que já existem algumas variedades de cana específicas para a nutrição animal, sendo que a principal delas, a IAC86-2480, foi a utilizada no estudo.

– Um dos problemas gerais da cana é a sua baixa digestibilidade da fibra. Ela é digerida de forma mais lenta e fica mais tempo retida no rúmen, ocupando espaços que poderiam ser preenchidos por alimentos mais digestíveis. Isso causa um efeito de enchimento físico no animal e o mesmo tem a sensação de saciedade e acaba comendo menos.

Os testes foram realizados com 48 bovinos de corte nelores, não castrados, em confinamento. Antes de fornecer a dieta, foram pesquisadas 9 variedades de cana-de-açúcar e realizados testes em laboratório para avaliar as 2 variedades com maior e menor digestibilidade da fibra. As quatro variedades selecionadas foram cultivadas no campus de Pirassununga.

Os animais foram avaliados diariamente quanto à análise de consumo (cálculo da diferença entre a quantidade de comida oferecida e a que sobrou no cocho). A cada 14 dias, passaram por pesagem e, ao final do experimento, foram submetidos a ultrassonografia para avaliar a qualidade da carcaça.




Fonte:USP


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PF diz que índio foi morto em fazenda com arma de calibre acima de 38



O laudo pericial sobre a causa da morte do indígena da etnia terena Oziel Gabriel, 36 anos, durante a reintegração de posse da fazenda Buriti, em Sidrolândia (MS), aponta que ele foi atingido por um tiro de arma com calibre acima de 38. A informação é do superintendente da Polícia Federal (PF) em Mato Grosso do Sul, Edgar Marcon.

Marcon afirmou ao G1, na manhã desta quinta-feira (1º), que o documento excluiu a possibilidade do tiro ter partido de arma de calibre pequeno ou de fuzil; confira a matéria na íntegra =>(http://g1.globo.com/mato-grosso-do-sul/noticia/2013/08/pf-diz-que-indio-foi-morto-em-fazenda-com-arma-de-calibre-acima-de-38.html)

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quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Exportaram 72% do volume de carne bovina em junho Mato Grosso do Sul, SP e MT

Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o Brasil exportou em junho um volume de 125,3 mil toneladas de equivalente carcaça, 5,8% menos que o volume exportado em maio (133,0 mil TEC). No acumulado do ano de 2013 o país já embarcou 757,3 mil toneladas de equivalente carcaça.
Ao longo desses seis meses os estados que mais contribuíram para o volume de carne bovina exportada foram São Paulo, Mato Grosso, Goiás e Mato Grosso do Sul, com 72,0% do total exportado pelo Brasil, ou um volume de 544,5 mil TEC. Assim, no acumulado dos seis primeiros meses de 2013 São Paulo exportou 228,86 mil TEC, 30,2% de participação e a primeira colocação no semestre; Mato Grosso embarcou 122,6 mil TEC (16,2%); Goiás, 110,2 mil TEC (14,6%); e Mato Grosso do Sul, 10,9%.


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Linha especial do plano agropecuário 13/14 para financiar a construção de armazéns privados ainda não entrou em funcionamento.

Quase dois meses após ser anunciada, a linha especial do plano agropecuário 13/14 para financiar a construção de armazéns privados ainda não entrou em funcionamento. Há interessados em acessá-la, mas, por enquanto, sem o recurso disponível as propostas que chegam às agências bancárias públicas continuam apenas no papel. Em cinco anos serão R$ 25 bilhões. No primeiro, será um quinto deste valor, R$ 5 bilhões.

O Banco do Brasil, uma das instituições financeiras que vão operacionalizar a linha, ainda aguarda do governo a confirmação de qual será a fonte financeira para os investimentos. O agente depende da regulamentação do Banco Central das condições e normas que serão adotadas.

Sem a normatização do Bacen, a instituição pode apenas registrar o interesse dos possíveis contratantes, já que não dispõe de um sistema com as regras formatadas. Ainda não pode acolher as manifestações, pois não possui mecanismos para confrontar as informações apresentadas.

O Ministério da Fazenda e o Banco Central não souberam informar quando a portaria de equalização deve ser publicada.

Gigante à espera

Em Mato Grosso há interessados na linha especial com juros mensais de 3,5% e prazo maior para pagamento. "A procura está aquecida, especialmente neste estado onde a demanda por novos armazéns é permanente", disse o gerente de mercado do agronegócio da superintendência do Banco do Brasil, Brasiliano Borges.

Maior produtor brasileiro de grãos, Mato Grosso conta com uma capacidade estática para armazenar 29 milhões de toneladas, de acordo com a Conab, a Companhia Nacional de Abastecimento. Mas apenas a soma das safras de soja e milho (2ª safra) resulta em mais de 40 milhões de toneladas.
Com déficit, agricultores são obrigados a estocar a produção a céu aberto. Outros adquirem silos bolsa para minimizar a falta de unidades para recebimento.

Em Lucas do Rio Verde, a 360 km de Cuiabá, o produtor Júlio Cinpak entregou 70 mil sacas de milho em uma cooperativa do município. Mas também recorreu às bolsas para guardar em torno de 30 mil sacas na própria fazenda. “Não haveria espaço na cooperativa para receber tudo aquilo que está saindo do campo”, disse o empresário.

“Optamos [pelo silo bolsa] para não ‘jogar’ fora dos armazéns”, pontuou ainda.

Interesse x custo

Produtor rural em Sinop, a 503 km de Cuiabá, André Lunardi alerta que a disparada nos custos para construir armazéns pode frear o interesse do produtor rural. “Subiram os preços desde quando saiu esta linha de financiamento. Além disso, não há mão de obra suficiente”, citou.

Segundo o agricultor, a construção de uma unidade para 120 mil sacas, anteriormente avaliada em R$ 1,5 milhão, passou para R$ 5 milhões.

“Um preço deste fica inviável. Além disso, aqueles produtores que não trabalham com os bancos oficiais também terão que ‘disputar’ os outros 20% da fatia dos recursos disponibilizados aos bancos privados e cooperativas de crédito. Isto porque o Banco do Brasil ficou com pelo menos 80% dos recursos previstos”, observou o produtor.

Fonte: Agrodebate


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quarta-feira, 31 de julho de 2013

Valorização de mais de 100% , segundo a FAO registra carne de frango

De acordo com o site Avisite, a carne de frango chegou a abril registrando incremento de 6,5% sobre o valor de dezembro. Situação similar é observada quando se analisa a evolução anual – abril de 2013 contra o mesmo mês de 2012. Neste caso a valorização da carne bovina fica muito próxima de zero (+0,05%), a da carne suína fica limitada a 0,35% e a da carne de frango quase chega aos 10% (+9,58%).


Naturalmente, a de frango continua sendo a mais barata das três carnes. Mas sua diferença de preço em relação às carnes bovina e suína vem sofrendo redução paulatina. Tanto que, em relação ao triênio 2002/2004 (base do atual índice da FAO) e até abril passado, o preço da carne suína registrou valorização de 55%, o da carne suína de 96% e o da carne de frango de 124%.


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terça-feira, 30 de julho de 2013

Safra de mandioca deve ser a menor em 10 anos



A oferta nacional de raiz de mandioca tem apresentado expressiva redução desde meados de 2012 em consequência do clima desfavorável para a produção no Nordeste. Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em 2012, a produção nordestina foi 24,5% menor que a de 2011, influenciando a diminuição na oferta brasileira. Neste ano, a produção de mandioca no Brasil deverá ser de 21,4 milhões de toneladas, com decréscimo de 8,4% em comparação à de 2012. Se concretizada, será a menor oferta nacional desde 2003. A informação é do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

O cenário leva agentes nordestinos a se abastecerem com farinha e até mesmo raiz proveniente do Centro-Sul do Brasil, acirrando a disputa pelos produtos. No Paraná, a oferta deve ser a menor em cinco anos, segundo dados da Seab/Deral (Secretaria da Agricultura e Abastecimento).

Conforme números do IBGE, nos principais Estados produtores e processadores de mandioca, a produção deve ter expressiva quebra em comparação com a do ano passado. Na Bahia, a diminuição deve ser de 43%, enquanto que, no Pará, a baixa deve ficar em 2,5%. No principal produtor do Centro-Sul, o Paraná, apesar de ser maior a área colhida, a oferta deve reduzir 4,5%, devido à menor produtividade.

A demanda por raiz e derivados, por outro lado, é crescente. Nesse contexto, os preços da mandioca e dos derivados têm subido em todas as regiões acompanhadas pelo Cepea. A alta nas cotações da raiz e dos derivados ganhou mais força em julho do ano passado, persistindo até março de 2013, quando, em termos reais (valores deflacionados pelo IGP-DI de junho de 2013), atingiu média mensal recorde de R$ 346,17 a tonelada (R$ 0,6020 a grama). Em seguida, houve melhora na oferta e os preços foram pressionados até maio. Chuvas intensas a partir de junho, no entanto, reduziram a oferta novamente, e os preços voltaram a subir naquele mês. As altas também foram influenciadas pela menor disponibilidade de raízes de segundo ciclo e pela opção de produtores em postergar a colheita.

Em julho, a disponibilidade de raízes de segundo ciclo segue baixa em parte das regiões acompanhadas pelo Cepea. Ao mesmo tempo, produtores têm demonstrado pouco interesse em colher a raiz de primeiro ciclo. Pesquisadores do Cepea consideram que, no segundo semestre, a oferta poderá ser ainda menor, resultando em dificuldades na produção de fécula e farinha e mantendo os preços em patamares mais elevados.

Fécula

Devido à oferta mais restrita da matéria-prima, no primeiro semestre de 2013, a quantidade de raízes processada nas fecularias foi apenas 0,5% superior à do semestre anterior, mas 5,8% abaixo da do primeiro período de 2012. Segundo dados do Cepea, o volume processado foi o menor em um primeiro semestre desde 2006. Assim, estima-se que a produção anual de fécula poderá ficar abaixo da obtida em 2012 (519,67 mil toneladas), uma vez que, neste semestre, a oferta de raízes poderá ser ainda menor.

A demanda por fécula de mandioca, por sua vez, esteve maior nos primeiros seis meses de 2013, puxada pelo bom desempenho das vendas dos produtos que utilizam o derivado como insumo. Com processamento menor e demanda aquecida, fecularias não conseguiram formar estoques, que, em março, chegaram aos mais baixos níveis da série do Cepea. Assim, os preços da fécula de mandioca também seguiram em alta no primeiro semestre de 2013. Em termos reais, no período entre 15 e 19 de julho, a fécula de mandioca atingiu a máxima de R$ 2.044,53 a tonelada, a maior média semanal desde dezembro de 2004, sendo o sétimo recorde consecutivo, em termos nominais.

Farinha

O clima desfavorável no Nordeste impactou de forma mais intensa a oferta de farinha de mandioca na região, fazendo com que compradores passassem a se abastecer com o produto do Centro-Sul. Assim, as cotações da farinha de mandioca branca crua/fina tipo 1 também apresentaram movimento de alta a partir de julho de 2012, tendo continuidade até fevereiro de 2013, quando o valor médio do produto (FOB farinheira) nas regiões acompanhadas pelo Cepea atingiu R$ 128,37 a saca de 50 kg, que, em termos reais, foi 118% acima da média de mesmo período de 2012.

A farinha de mandioca branca crua/grossa teve comportamento de preços similar. Em fevereiro de 2013, a cotação média do Centro-Sul atingiu R$ 102,18 a saca de 40 kg, média que superou em 115% a de igual período de 2012. Na parcial de julho (até o dia 19), a média da farinha de mandioca branca crua/fina tipo 1 negociada no Centro-Sul foi de R$ 109,42 a saca de 50 kg.

Boletim semanal

A disponibilidade de raízes de segundo ciclo continua baixa nas regiões acompanhadas pelo Cepea, informou a entidade em seu boletim nesta segunda, dia 29. Agricultores têm priorizado as atividades de preparo de solo e/ou plantio. Além disso, chuvas no início da semana passada prejudicaram a colheita, e as baixas temperaturas levaram parte dos produtores a iniciar a separação das manivas para evitar possíveis perdas com as geadas em algumas áreas.

Diante disso, o volume de mandioca processado na indústria de fécula recuou frente à semana anterior, e os preços subiram. Do lado da indústria, a demanda está maior, devido à necessidade de reposição de estoques, o que elevou a disputa pelo produto. Este fator também impulsionou os valores da raiz. Agentes consultados pelo Cepea apontam que o plantio


Fonte: CEPEA


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segunda-feira, 29 de julho de 2013

Estará presente na Expo Cavalos 2013 a raça Crioula

Entre os dias 26 a 29 de setembro acontece a edição 2013 da Expo Cavalos. O evento será realizado na cidade de São Paulo (SP).

Seu objetivo é fomentar o desenvolvimento da criação de cavalos, dos esportes hípicos, do turismo eqüestre, da criação de cavalos e da oferta de produtos e serviços para o setor, num ambiente totalmente voltado ao cavalo.


De acordo com a programação, cavalos da raça Crioula estarão expostos nos quatro dias do evento, entre outras atividades.


Em breve a programação oficial será divulgada no site da Expo Cavalos.


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Supersafra brasileira de milho trava em falha logística

O monte de milho acima tinha cerca de 18 metros de altura - o equivalente a um prédio de sete andares - quando a foto foi tirada na última terça-feira. Era quase do tamanho da portentosa estrutura de alumínio dos silos vistos ao fundo, que possuem 20 metros. Como a colheita do milho da chamada safrinha, que ocorre no inverno, ainda está em curso, a pilha dourada segue crescendo no pátio do Vale do Verde, armazém geral que atende produtores e comercializadores de grãos, em Sinop, município a 480 quilômetros da capital de Mato Grosso.

A montanha de grãos não está só. Técnicos do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), que regularmente percorrem o Estado para ver de perto a produção, também encontraram milho a céu aberto nos municípios vizinhos de Lucas do Rio Verde, Sorriso, Tapurah e Nova Mutum.

Essa região, no chamado Médio Norte de Mato Grosso, bem no coração do Estado, é referência para o agronegócio nacional. Seus 16 municípios respondem por cerca de 40% da produção do Estado e quase 10% da produção de grãos do País. Dos 3 milhões de hectares ocupados por milho em Mato Grosso neste momento, 1,6 milhão - 53% do total - está no Médio Norte. No entanto, esse é também um dos locais do País que mais sofrem com as deficiências na infraestrutura.

Leia a notícia na íntegra no site do Estadão( http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,supersafra-de-milho-trava-em-falha-logistica,1058046,0.htm)


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Cotações - Mato Grosso do Sul


MS
R$ 96,00Boi gordo
R$ 90,20Vaca gorda
R$ 17,00Milho - sc 60kg

Soja - sc 60kg=R$ 59,00

Fonte: FAMASUL

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quinta-feira, 25 de julho de 2013

Aplicativos podem facilitar tomada de decisões do produtor



Para obter bons resultados na produção de carne a pasto o produtor precisa saber como investir, sobretudo, no período seco, momento mais crítico para suplementar o gado. Entretanto, tomar certas decisões com presteza e assertividade não é tarefa fácil, ainda mais se isso envolve perdas e ganhos.



Para auxiliar na tomada de decisão do produtor e na avaliação do benefício: custo da suplementação no período da seca, a Embrapa lança o Suplementa Certo, primeiro aplicativo para smartphones e tablets, com sistema operacional Android, desenvolvido com o objetivo de ajudar na escolha de produtos e estratégias pertinentes a nutrição de bovinos de corte.





Fruto da parceria entre a Embrapa Gado de Corte e a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), a aplicação para avaliação de benefício – custo da suplementação na seca (BCSS) – permite comparar, dentro de um mesmo tipo de suplementação, produtos de diferentes marcas. Além disso, realiza a comparação entre tipos distintos de suplementação. Outra informação disponível no App é o número mínimo de cochos que deve ser disponibilizado ao lote a ser suplementado. Na visão do idealizador e pesquisador da Embrapa, Sérgio Raposo de Medeiros, esse é um diferencial importante do aplicativo.

Ao inserir as informações sobre os produtos e o lote de animais a ser suplementado, o pecuarista terá acesso, após a comparação dos dados, a índices que mostram a margem da suplementação, que corresponde à diferença entre a Receita e o Custo da estratégia e/ou produto analisado; o ganho de peso que recupera o investimento, chamado de ponto de equilíbrio, e o retorno, em reais, para cada real investido. Raposo explica que, seja qual for o critério usado para a escolha, a ferramenta auxilia o produtor a tomar uma decisão mais segura, permitindo a obtenção de resultados superiores.

Com a adoção da tecnologia espera-se impactar a prática da suplementação, principalmente, na margem de escolha e ação do produtor. Portanto, com o uso do aplicativo anseia-se que haja maior controle nas tomadas de decisões.

O software integra as principais metodologias para cálculo do custo-benefício no uso da suplementação animal bovina no período de estiagem. Tudo isso na comodidade de um smartphone, um notepad ou qualquer outro dispositivo móvel que possua o sistema operacional Android. Vale ressaltar, que o seu uso não depende da internet.

A apresentação oficial ocorre no dia 25 de julho, no Hotel Foyer do Royal Palm Plaza, em Campinas-SP, durante a 50ª Reunião da Sociedade Brasileira de Zootecnia. O aplicativo estará disponível para download através do Google Play após essa data.

Fonte: Embrapa Gado de Corte, resumido e adaptado pelo blogueiro


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