sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

BOI: Pecuaristas seguram boiadas com as melhores condições das pastagens





O mercado do boi gordo sem excesso de oferta. Os pecuaristas, em geral, optaram por segurar as boiadas, com as melhores condições das pastagens. Houve reajuste na referência a prazo em São Paulo, atualmente em R$98,50/@. As escalas de abate no estado atendem entre quatro e cinco dias úteis, em média.

Porém, mesmo com a retenção de animais terminados, há resistência quanto aos reajustes das referências. A grande maioria das praças pesquisadas ficou estável. Caso o preço da carne responda positivamente na virada do mês, um cenário de preços mais firmes pode ocorrer. No mercado atacadista de carne bovina com osso os preços estão estáveis.
Fonte: Scot Consultoria e adaptado pelo blogueiro

Tempo & Cotações 25/01/2013 Mato Grosso do Sul

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                                          Fonte: climatempo


Cotações

 MS

R$ 91,00Boi Gordo - @
R$ 83,00Vaca Gorda - @
R$ 26,00Milho - sc 60kg
R$ 57,50Soja - sc 60kg
Fonte:

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

PREVISÃO CLIMA & COTAÇÕES DE 24/01/2013 -ASSISTA

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                                           Fonte: climatempo

Cotações

 MS

R$ 91,00Boi Gordo - @
R$ 83,00Vaca Gorda - @
R$ 26,00Milho - sc 60kg
R$ 57,50Soja - sc 60kg
Fonte:  


terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Tempo & Cotações 23/01/2013 Mato Grosso do Sul

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                                                         Fonte: climatempo

Cotações - MS

R$ 91,00Boi Gordo - @
R$ 83,00Vaca Gorda - @
R$ 26,00Milho - sc 60kg
R$ 56,00Soja - sc 60kg
Fonte:


Brasil será maior produtor & exportador mundial de soja em 2013, segundo USDA



Milho
Produção
Pelo terceiro mês consecutivo, o USDA revisou para cima a estimativa de produção mundial de milho na safra 2012/13, contabilizando 852 milhões de toneladas (ton), com um acréscimo de 3,2 milhões de ton em comparação ao relatório divulgado em dezembro.
É prevista uma produção de 273,8 milhões de ton para os EUA em 2012/13, com um aumento de 1,4 milhão de ton frente à estimativa de dezembro. Esta melhora nas estimativas para o país se deve às chuvas que ocorreram no final da fase de desenvolvimento da cultura, minimizando os efeitos da seca severa que atingiu o país no 2º semestre de 2012.
O USDA espera uma redução de 2,7% na produção brasileira de milho entre 2011/12 e 2012/13, devendo somar 71 milhões de ton, em razão, principalmente, do avanço da soja.
Consumo/Estoque
O 9º levantamento registrou um aumento de 5,6 milhões de toneladas no consumo mundial do grão em relação ao relatório anterior, atingindo 868,1 milhões de toneladas. Para os estoques, o USDA reduziu a expectativa entre o 8º e o 9º levantamento, devendo encerrar o ciclo 2012/13 em 116 milhões de toneladas.
O consumo dos EUA e da U.E.27 deve reduzir 5,9% entre 2011/12 e 2012/13. Este quadro é reflexo da quebra na produção e dos estoques apertados em seus países. Destaque para os EUA, que podem fechar o ciclo atual com um consumo de 17 milhões de ton inferior ao verificado em 2011/12.
Para a China, estima-se uma ampliação de 21 milhões de ton no consumo de milho na comparação com 2011/12, registrando um volume recorde de 209 milhões de ton em 2012/13.
Para os estoques chineses, o USDA manteve a estimativa do 8º levantamento. Este cenário também se aplica aos demais países da Ásia, África do Sul, Egito e Canadá. Por outro lado, para os EUA, U.E.27 e países da América do Sul os estoques foram revisados para baixo, na comparação entre o 8º e 9º relatório.
Os estoques brasileiros devem fechar 2012/13 com uma queda de 6,9% em comparação a 2011/12, totalizando 9,4 milhões de ton.
Exportações
Em 2012/13, as exportações mundiais devem diminuir 1,5 milhão t em relação a 2011/12, totalizando 89,8 milhões de t no fim do período.
O 9º levantamento apresentou uma redução de 5,1 milhões de ton nas estimativas de exportação de milho norte-americano, na comparação com o  relatório anterior. Segundo o USDA, os EUA devem fechar 2012/13 com embarques de 24,1 milhões de ton, o que significa uma queda de 38,4% em  relação a 2011/12, resultado da forte quebra na safra.
Para a Argentina, o relatório registrou um aumento de 11,4% nas vendas externas entre 2011/12 e 2012/13.
Soja
Produção
Em seu 9º relatório, o USDA elevou em 1,7 milhão de ton a estimativa para a safra mundial de soja, devido principalmente à ampliação na produtividade norte-americana e ao incremento na área plantada do Brasil. Espera-se uma produção recorde de 269,4 milhões de ton, um aumento de 30,7 milhões em relação à safra 2011/12.
O aumento na estimativa da produção mundial foi impulsionado principalmente pelo Brasil e pelos EUA, que juntos acrescentaram 2,7 milhões de ton à previsão divulgada pelo USDA em dez/12. A expectativa para a safra brasileira é 1,5 milhão de ton superior a divulgada no mês passado, em razão da área recorde de 27,5 milhões de ha e da perspectiva de uma produtividade maior do que a safra passada.
O USDA diminuiu em 1 milhão de ton a produção esperada para a Argentina, na comparação com o relatório de dezembro, devido a uma diminuição da área plantada.
Para a Argentina, apesar do crescimento em relação ao ciclo 2011/12, a expectativa foi revisada para baixo em 1,0 milhão de ton, quando comparada à anunciada em dezembro, reflexo da queda prevista para a produção do país.
Consumo/Estoque
Na comparação com o relatório divulgado no mês passado, o USDA ampliou em 1,4 milhão de ton a previsão para o consumo mundial. Com isso espera-se um novo recorde de 262,7 milhões. Já os estoques permaneceram estáveis e devem encerrar a safra 2012/13 em 59,5 milhões de ton.
EUA e China foram os principais responsáveis pelo pequeno incremento de 1,4 milhão de ton do consumo mundial no levantamento atual. Para os EUA, a ampliação na expectativa de consumo está relacionada a um aumento na produção de carnes, principalmente de aves e de suínos, que puxou a demanda por rações. O volume divulgado pelo USDA é 1,1 milhão de ton superior ao do relatório anterior.
O destaque continua sendo a China, que após uma sequência de 5 anos com uma recomposição dos estoques, deve diminuir em 1,5 milhão de ton o volume armazenado em relação ao ciclo anterior.
O USDA não apresentou alterações significativas nos volumes estocados para os países analisados. Algumas modificações foram feitas apenas em relação aos valores divulgados para a safra 2011/12, devido às correções do período.
Exportações mundiais
A estimativa para as exportações também permaneceram estáveis em relação ao relatório anterior, apontando para um recorde de 98,9 milhões de ton em 2012/13, o que representa uma ampliação de 9,4% em comparação a 2011/12.
O relatório do USDA manteve a estimativa de exportações recordes para o Brasil em 2012/13, totalizando 38,4 milhões de ton. Essa previsão supera em 1,0 milhão a apresentada no levantamento passado, o que posiciona o país como maior exportador mundial.
Fonte: DEAGRO/Fiesp, adaptado e resumido pelo blogueiro.

Exportações; agronegócio brasileiro devem ganhar novo fôlego em 2013




Muitos setores do agronegócio já falam em aumento das exportações para este ano. É o caso da soja, do café e da carne suína. As entidades que representam os produtores acreditam na retomada do crescimento econômico dos Estados Unidos e até da União Europeia. Além disso, o mercado chinês promete absorver grande parte do que é produzido aqui no Brasil.

As exportações de soja neste ano devem ter uma alta de 25%, saltando de 32 milhões de toneladas referentes à última safra para 40 milhões de toneladas, de acordo com estimativas da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec). Com estoques mundiais baixos, as vendas de café também contam com previsão de crescimento de 10%, e embarques em torno de 31 milhões de sacas. O Conselho Nacional do Café conta com o aquecimento da economia dos países consumidores.

– Em função da condição econômica da União Europeia, da recuperação dos Estados Unidos e do fato de o mercado consumidor não estar abastecido, ele tem comprado aquilo que consomem efetivamente. Então os países deverão formar algum tipo de estoque. Para esse estoque, naturalmente, vai haver uma demanda maior e, consequentemente, preços mais remunerativos para os produtores – explica o presidente-executivo do Conselho Nacional do Café, Silas Brasileiro.

As exportações de carne bovina têm potencial para superar o resultado inédito de US$ 5,7 bilhõesalcançado em 2012. A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne, no entanto, prefere não arriscar em quanto ficará o aumento. Já a carne suína tem previsão de alta de 20% na receita. A expectativa é grande com a abertura do mercado de Santa Catarina para o Japão, maior comprador do produto no mundo.

– As nossas expectativas para 2013 é de aumentar ainda mais as exportações, que já bateram recorde em 2012. Fomos para 581 mil toneladas e estamos esperando que o Japão a qualquer momento possa fazer os primeiros embarques, contando que toda parte sanitária já foi resolvida. Nós estamos aguardando somente agora a finalização da parte burocrática ser resolvida possamos ter os primeiros embarques de suínos ao Japão – diz o presidente da Associação Brasileira de Criadores de Suínos (ABCS), Marcelo Lopes.

Já a venda de milho para outros países, que no ano passado chegou a 20 milhões de toneladas, devido à quebra de safra nos Estados Unidos, pode não se repetir, o que é considerado positivo pela Associação Brasileira dos Criadores de Suínos. É que a oferta reduzida do grão, usado como ração animal, tem encarecido os custos de produção no Brasil.

– É fundamental que o governo pratique uma política de abastecimento voltada à pecuária brasileira e aí estou falando não só em nome da suinocultura, em toda a pecuária brasileira existe um desabastecimento. Os Estados do Nordeste e do Centro-Oeste têm problemas – acrescenta Lopes.

Entretanto, o coordenador do Fórum Nacional do Milho acredita que há, sim, como aumentar as vendas ao Exterior sem prejudicar o mercado interno.

– O Brasil precisa exportar porque a produção não será inferior a 70 milhões de toneladas e nós temos um mercado interno em torno de 50 milhões de toneladas.

Então, há um excedente de 20 milhões, que tem que ser colocado em algum mercado. Mais do que um mero pleito de dizer "não pode exportar", o pleito tem que ter políticas públicas para garantir inclusive cobertura de alguns custos na movimentação interna e a garantia desta movimentação interna para que não falte milho nas áreas consumidoras – afirma o coordenador do Fórum Nacional do Milho, Odacir Klein.

O economista José Eustáquio Ribeiro alerta para os riscos que o aumento de preços pode causar.

– A gente tem que abrir aí um sinal de alerta para algumas questões. Primeiro, a gente percebe que há um crescimento dos preços agrícolas. No passado, isso, nós vimos o impacto que isso tem. Cria problema de segurança alimentar, além de outros tipos de problemas dentro da economia. Então, ninguém quer que haja uma agroinflação. Há esse movimento de aumentos dos preços, e a gente tem que ver até quando isso vai persistir ou não.

Fonte:Resumido e adaptado pelo blogueiro de: www.agricultura.ruralbr.com.br

domingo, 20 de janeiro de 2013

Plano safra injeta cerca de R$ 3 bilhões em MS para expansão do agronegócio




Os investimentos do Banco do Brasil para o Plano Safra biênio 2012/2013, devem injetar cerca de R$ 3 bilhões na expansão do agronégócio em Mato Grosso do Sul. A estimativa é do superintendente regional do BB, Marco Túlio Moraes.

Em entrevista ao Midiamax, o superintendente fala sobre como os produtores podem solicitar os investimentos, linhas de crédito e faz um comparativo entre os investimentos liberados em relação ao ano anterior. O Banco do Brasil responde por 82% de todo o crédito autorizado pelo Governo Federal.

O que é o Plano Safra?

-O plano safra é um plano anual definido pelo Ministério da Agricultura, feito com o objetivo de assegurar aos produtores rurais as condições de financiamento necessárias para a expansão de suas atividades.

Na prática como ele é realizado?

-O plano define as diretrizes para atuação dos agentes financeiros, no caso os bancos, junto ao agronegócio, como liberação do crédito para custeio, comercialização e investimento e seguros rurais, bem como definição da política de apoio aos produtores rurais e suas cooperativas.

Em dezembro, por exemplo, estávamos no meio da safra. Nesse período todos os produtores rurais de acordo com a atividade que exercem, seja agricultura, pecuária, e até mesmo piscicultura, de acordo com a época em que precisam plantar e preparar a terra, ou comprar gado, fazer engorda confinamento, procuram o banco e fazem cadastro, apresentam sua proposta e o projeto para conseguir os recursos que estão disponíveis.

Existe um teto máximo de crédito que pode ser liberado?

-Sim. O teto máximo varia de acordo com a linha de crédito. A soja tem um teto, o milho outro. O custeio pecuário, por exemplo, tem valor de 800 mil para linhas de investimento. Contudo, não é só o teto, o banco leva em conta também a capacidade de pagamento do produtor.

O dinheiro do Plano Safra é apenas para negócios que já existem?

-Não. Os investimentos são pra começar e para expandir. São investimentos que vão melhorar aqualidade da produção seja ela pecuária ou agrícola.

Até agora quanto já foi liberado?

-Até dezembro já temos contabilizada a liberação de 26% a mais do investimento liberado no semestre anterior, o que dá mais ou menos R$ 1,5 bilhão. Os números são expressivos e estamos bastante otimistas com a superação dos índices do ano passado.

Entendemos que se permanecer assim, nosso valor investido vai ser significativamente maior que o da safra anterior.

Esse aumento é devido a novos produtores ou aumento de concessão de crédito?

-Houve mais concessões de crédito, com certeza. Em se tratando de produtor rural, praticamente todos são clientes do BB. Alguns novos entram, mas o número é inexpressivo.

O ‘bolo’ maior vem dos produtores que estão renovando a linha de crédito que já tinham, desde a plantação, colheita e venda. Em todas as etapas como plantio, manutenção da lavoura, colheita e comercialização, nós temos linhas de crédito atendendo esse produtor a todo instante. Então, quando ele liquida uma operação financeira, já está arando a terra para plantar novamente e está de novo conosco.

Qual a participação do Banco do Brasil em relação ao crédito rural?

-De todas as instituições que operam com crédito rural em Mato Grosso do Sul, o BB responde por 82% do todo o crédito concedido ao produtor. Assim, sobram 18% para todas as demais instituições ratearem entre si. Por isso o BB é considerado o banco do produtor.

Quais são as linhas de crédito mais procuradas em janeiro?

-A partir de janeiro, os pedidos giram mais em torno da área de investimentos e custeio. O produtor agrícola, por exemplo, vai começar a colheita em fevereiro e depois já começa a plantar o milho safrinha. Só em maio ele começa a plantar o que vai colher no outro ano, em fevereiro.

Como os produtores podem ter acesso a esse crédito?

-O produtor que tiver interesse no financiamento precisa fazer cadastro no BB. O banco vai estabelecer um limite de crédito, de acordo dom com a capacidade de pagamento dele. É preciso que o produtor traga um projeto para o banco analisar, seja para custeio ou investimento.

O empréstimo é somente para os produtores que possuem terras?

-Não é preciso ter posse. Financiamos muito para pessoas que não têm terra em seu nome. Arrendatários conseguem financiamento por meio de uma carta de anuência e ou contrato de arrendamento. O BB financia pra ele até o limite que ele vai produzir na área, mas tudo isso tem que estar no projeto.

Esse projeto é o próprio produtor que faz?

-Geralmente ele é feito por empresas que produtor escolhe. Mas é extremamente simples.

Quanto tempo leva em média a aprovação do crédito?

-A aprovação é rápida. No custeio pecuário dois dias ou no mesmo dia. No agrícola demora de três a quatro dias, mas é rápido. O procedimento que demora mais é o investimento, porque precisa fazer uma analise mais sucinta do valor investido, precisa de analise mais profunda. Então esse demora 15 dias ou um pouco mais dependendo do tamanho do projeto.

O investimento de floresta, por exemplo, é uns do que demoram um pouco mais, porque uma equipe do banco vai até o local fazer avaliação.

Qual a estimativa do BB de investimento para essa safra?

-Nosso crédito está investido em várias linhas, que são para toda e qualquer necessidade do produtor rural, como plantio, aquisição de animais, construção, compra de máquinas, expansão na atividade e empresa de agronegócio , industrias de beneficiamento, todas demandadoras de crédito, tanto para pessoas físicas quanto jurídicas.

Então, nossa convicção é que devemos fechar em junho de 2013 com investimentos na casa dos R$ 2,8 bilhões a R$3 bilhões em Mato Grosso do Sul.




Fonte: Adaptado e resumido pelo blogueiro via:www.edicaoms.com.br

DOMA RACIONAL

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