sábado, 9 de fevereiro de 2013

APRENDA A USAR PLANTAS CONTRA O MOSQUITO DA DENGUE

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                                          Fonte:www.vidasustentavel.net

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Previsão & cotações 08/02/2013

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                                          Fonte: climatempo

 MS

R$ 91,50Boi Gordo - @
R$ 84,00Vaca Gorda - @
R$ 26,00Milho - sc 60kg
R$ 55,50Soja - sc 60kg
Fonte:

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Pescaria de pacu no rio Paraguai com isca artificial

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Aftosa: governo prevê país livre de aftosa em 2015



Depois de descumprir a meta estipulada pelo ministro Mendes Ribeiro, de tonar o Brasil livre da febre aftosa até o fim do ano passado, o Ministério da Agricultura alterou o cronograma de combate à doença. A Pasta agora prevê que o país será reconhecido pela Organização Mundial de Animal (OIE) como um território livre de aftosa com vacinação apenas em 2015.

Atualmente, dez Estados e a porção norte do Pará ainda fazem parte das chamadas “zonas não livres” de aftosa. Juntas, as áreas que ainda não são consideradas livres – com ou sem vacinação – representam 11% do rebanho de bovinos e bubalinos do país, cerca de 25 milhões de cabeças.

Para cumprir a nova meta, o ministério pretende atuar em duas frentes, segundo o coordenador de febre aftosa da Pasta, Plínio Lopes. A primeira fase terá caráter estritamente nacional e acontecerá ao longo de 2013, segundo Lopes. Pelo novo cronograma do ministério, as chamadas “zonas não livres de aftosa de médio risco” – Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará, Piauí, Maranhão e o norte do Pará – serão consideradas regiões “livres da doença com vacinação” no primeiro semestre deste ano.

O ministério não registrou mais casos da doença nesses Estados – o último caso no país foi em 2006, em Mato Grosso do Sul, mas os técnicos da Pasta farão testes no primeiro semestre para verificar se o vírus ainda circula na região. Esta é a última etapa para que a nova classificação de risco seja atingida. As “zonas não livres de aftosa de alto risco”, por sua vez, devem se tornar regiões de “médio risco” até o fim de 2013. São os casos de Amazonas, Roraima e Amapá.

O aguardado reconhecimento da OIE, no entanto, só acontecerá num segundo momento, afirma Lopes. Para os Estados que hoje são considerados de “médio risco”, o status de livre de aftosa com vacinação está previsto para 2014. No ano seguinte, o mesmo status seria conferido pela OIE aos Estados do Amazonas, Amapá e Roraima. A chancela da instituição, que deve ser acompanhada pelos países-membro da Organização Mundial do Comércio (OMC), é fundamental para que esses Estados ampliem os mercados para os quais podem exportar carne bovina.

Apesar de não ter o mesmo impacto que o status conferido pela OIE, o reconhecimento nacional previsto para 2013 trará benefícios econômicos, garante o coordenador de aftosa do ministério. O principal deles seria a maior facilidade em transportar animais e carne das regiões “não livres” para o resto do país. Atualmente, os produtores de gado precisam seguir uma série de recomendações sanitárias, que encarecem o produto.

“O animal que está em uma zona não livre, de médio risco ou alto risco, não pode entrar na zona livre, com ou sem vacinação. Para a carne de um animal que estava em uma zona de médio risco entrar em zonas livres, existe a necessidade de diversos processos que encarecem a carne como, por exemplo, a quarentena, exames e processamento da carne”, explica Lopes.

Para que um Estado atinja um novo status, o pedido deve partir dele próprio, com a apresentação de um documento que garanta a existência de medidas de segurança adotadas para evitar o contágio. “Em Santa Catarina, o governo construiu 67 postos de fiscalização para evitar trânsito indevido de animais. Na zona livre sem vacinação, o animal não pode ser vacinado. Por isso, devem existir barreiras como os postos de fiscalização”, explicou Lopes. Atualmente, não existem pleitos nesse sentido, de acordo com ele.

Não é prioridade do ministério, por enquanto, expandir o número de Estados que são livres de aftosa sem vacinação, classificação exigida por relevantes importadores de carne bovina, como Japão, Coreia do Sul e Indonésia. Hoje, apenas Santa Catarina detém esse status. O governo entende que essa decisão poderia criar “ilhas” dentro do país, restringindo a movimentação de animais e criando desvantagens econômicas para Estados que fazem fronteira com vários outros, como São Paulo e Minas Gerais.

Para o diretor de saúde animal do Conselho Nacional de Pecuária de Corte (CNPC), Sebastião Guedes, “falta coragem” para outros Estados seguirem o exemplo dos catarinenses. “Todos querem ser livres sem vacinação, mas falta coragem. Tivemos isso em 2001, no Rio Grande do Sul, e foi um desastre”, recorda Guedes. Livres sem vacinação naquele ano, os gaúchos viram um surto de aftosa se alastrar a partir da fronteira com o Uruguai.

Apesar de não avançar rumo às áreas sem vacinação, o combate à doença cresceu. Em 1998, a campanha de vacinação imunizou 83% das 158 milhões de cabeças pretendidas. Em 2011, essa taxa chegou a 97,9%, segundo o ministério.

Fonte: jornal Valor Econômico; resumido e adaptado pelo blogueiro

HARAS CASA DE CLUBE - AVARÉ











Num total de 5.0 hectares.. - Com 2 entradas independentes...
3.14 hectares....Haras tem a casa de caseiro, casa de Hóspede, Sanitários independentes para visitas, Rede Trifásica de 55 KVA, Gerador Diesel de 55 KVA, Poço Artesiano, Chalé " em ciima" da água 40 Baias em alvenaria, 08 Baias maternidade,, 4 Baias para garanhões Garagem para 3 caminhões, 2 Escritórios, Pista de Areia Laboratório pata transferência de embriões, 4 Piquetes com cerca de madeira. tem fábrica de ração , mais de 5.500 m2 de galpões e etc)

1.86 hectares - A casa tem duas sedes de frente, e mais dois chalés também de frente para a Represa .Além disso a área tem, Casa de Caseiro, Canil, Reservatório para 20.000 litros de água, Totalmente posteada e iluminada, Sauna envidraçada de frente para a Represa, Piscina com vista para a Represa + Quiosque , Salão de Festas para 80 pessoas envidraçado e de frente para a Represa, 3 Garagens de Barco com rampa concretada e guincho elétrico 6 Garagens de Carro, Pier avançado em 25 metros...

Isso é apenas um resumo.....


VALOR -> R$ 4.600.000,00

Tratativas comerciais: mattos-jm@bol.com.br

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

PREVISÃO & Cotações agropecuárias - 06/02/2013

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                                          Fonte climatempo

Cotações 

 MS

R$ 91,00Boi Gordo - @
R$ 83,00Vaca Gorda - @
R$ 25,80Milho - sc 60kg
R$ 56,50Soja - sc 60kg
Fonte:

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Vai confinar em 2013?Analise o custo da produção e eficiência biológica segundo zootecnista




Neste início de 2013 tenho conversando com muitos técnicos e confinadores. O sentimento geral é de cautela e não poderia ser diferente haja visto as incertezas de preços dos insumos que compõem as dietas e do preço de venda do boi gordo.
Como produtores de commodities enfrentamos o dilema dos tomadores de preços e o impacto da oferta e demanda. A cada ano que passa confinar bois exige um esforço de estratégia comercial de insumos, acertar a mão na hora de hedgiar não só o boi mas agora também o milho e a soja, melhorar a estrutura de armazenagem de insumos, investir em instalações mais adequadas à chuva, fidelizar a mão-de-obra ou seja, a coisa tá ficando mais apertada. Os anos vão passando a inflação vai depreciando o valor do boi, o custo financeiro do capital de giro aumenta, o salário da turma do manejo aumenta, o antigo ágio do boi gordo sobre o boi magro vai virando deságio e os confinadores passam a depender da eficiência produtiva para ganhar dinheiro.
Em um cenário de tomada de decisão no qual a @ do boi magro está custando o mesmo preço ou está mais cara do que o boi gordo, a única alternativa e a mais discutida forma de ganhar dinheiro no confinamento é produzir @s à custo mais baixo do que o preço de venda.
Antes de falarmos dos cenários de custos de confinamento para 2013 é necessário padronizarmos a conversa sobre eficiência produtiva.
E como se mede a eficiência produtiva em um confinamento. Nestas conversas vejo que muita gente avalia o negócio de confinamento de forma diferente. Gostaria de propor uma linha de raciocínio: avaliar a produtividade do confinamento pela Eficiência Biológica e pelo Custo Operacional. Nada de novo nesta linha de raciocínio, o ponto aqui é facilitar o nosso diálogo sobre o custo de produção.
E o que é a Eficiência Biológica? Porque propor esta metodologia para avaliar o custo Alimentar da @ Produzida? A eficiência Biológica é a relação entre a quantidade de comida (dieta) usada para produzir uma @ de carcaça. Qual a diferença entre Eficiência Biológica e Conversão Alimentar? A Conversão Alimentar mensura a quantidade de dieta para cada kg de peso vivo.
A Conversão Alimentar é uma medida muito interessante e muito usada, porém ela explica uma parte do processo produtivo e é influenciada pela a forma que avaliamos o ganho de peso diário. Se perguntarmos qual o ganho de peso de cada confinador encontraremos muita divergência entre os valores observados. Parte desta variação é explicada pela diferença do escore de entrada dos bois magros, pelo efeito da recria, pela diferença de horário que foi feita a pesagem inicial e final, pela idade dos animais, pelo tipo de jejum, pelo período de viagem dos animais, pelo período de engorda etc. O ponto mais limitante que vejo sobre o uso da Conversão Alimentar como medida única de produtividade é o fato de recebemos pela venda de carcaça e não pelo ganho de peso vivo. A Conversão Alimentar avalia a produtividade até o embarque da boiada e a Eficiência Biológica avalia até o peso no gancho.
A Eficiência Biológica explica um pouco mais sobre a produtividade do confinamento, pois avalia o custo da carcaça produzida. A Eficiência Biológica é obtida pela divisão da quantidade de dieta pelo número de @s de carcaça vendida ao frigorífico. Isto não quer dizer que devemos esquecer o ganho de peso e a Conversão Alimentar como medidas complementares da análise.
Um ponto comum entre a Conversão Alimentar e a Eficiência Biológica é a necessidade do confinamento controlar a oferta de dieta através de balanças na fabricação e distribuição dos tratos. Esta informação é muito útil para evitar erros de oferta e minimizar desperdícios. A literatura científica e a prática do dia a dia mostram que a oferta de dieta à vontade superestima o consumo dos animais. Consequentemente, há uma oferta de dieta acima da necessidade diária para o mesmo ganho de peso. Para afinar a oferta e acompanhar a curva de consumo dos lotes é necessário o controle das informações de leitura de cocho, comportamento animal e sobras. Existem softwares disponíveis no mercado que auxiliam a realização destas tarefas. Exercite o cálculo da quantidade ofertada acima da necessidade animal e veja o impacto no Custo Alimentar da @ Produzida. Para os confinamentos que não possuem balanças ou softwares, uma alternativa é controlar o número de vagões dia a dia ou ao término do confinamento contabilizar todas as notas fiscais e subtrair de estoques remanescentes de alimentos e dividir pelo total de @s Produzidas. Esta com certeza não será uma informação tão precisa quanto as balanças e softwares, mas facilitará sua tomada de decisão quanto ao investimento destas tecnologias para o próximo giro.
Para ilustrar o raciocínio segue uma situação muito corriqueira na análise de 2 lotes: Os dois lotes possuem o mesmo peso de entrada, consumiram a mesma quantidade de dieta e ficaram o mesmo período de cocho. O Lote 1 apresentou uma conversão alimentar de 6,4 kg de matéria seca por kg engordado e o Lote 2 apresentou uma conversão alimentar inferior em 9% ou seja, precisou comer 7,0 kg de dieta para cada kg produzido. Qual o Lote mais produtivo? Sem analisarmos a Eficiência Biológica optaremos pelo Lote 1 que apresentou melhor conversão alimentar.
Após recebermos o romaneio de peso do frigorífico, calcularmos o rendimento e o peso da carcaça dos lotes. A avaliação fica mais favorável ao Lote 2 pois apresenta uma Eficiência Biológica de 4% inferior ao Lote 1. O Lote 2 demandou 153 kg de matéria seca para cada @ de carcaça produzida enquanto o Lote 1 demandou 159 kg de MS/@ produzida.
Após esta revisão observamos que o Custo Alimentar da @ Produzida no confinamento é feito pela multiplicação da Eficiência Biológica pelo Custo da Tonelada da Matéria Seca da Dieta. Usando o exemplo anterior, vamos considerar que a Tonelada da Matéria Seca da dieta dos dois lotes seja de R$ 480,00.
Lote 1- O Custo Alimentar ou a @ Produzida Alimentar é dado pela multiplicação de 159 kg de MS x R$ 0,48 = R$ 76,32/@ Produzida.
Lote 2- 153 kg de MS x R$ 0,48 = R$ 73,44/@ Produzida. Uma diferença de -4%.
Uma sugestão para evitar as distorções de rendimento de carcaça é usar um rendimento médio padrão. Exemplo, se a média dos lotes do confinamento está com rendimento de 54,8% ajuste o rendimento de todos os lotes para este valor. Desta forma padroniza-se o rendimento e facilita o cálculo da Eficiência Biológica.
Um ponto que deve ser explicado é a Tonelada da Matéria Seca da Dieta. O que é a MS? Como calcular a MS da minha dieta? Como calcular o custo da MS da minha dieta? Qual a importância desta informação?
Quando o nutricionista está formulando a dieta do confinamento ele considera que os alimentos possuem uma porção úmida que é composta basicamente por água e uma porção seca. Esta porção seca é chamada de Matéria Seca (MS). Nesta porção estão todos os nutrientes necessários para os bois (proteína, energia, minerais, vitaminas etc) e todo o custo do alimento é feito sobre a MS.
Como exemplo uma silagem com 32% de Matéria Seca e 68% de umidade. O custo da tonelada desta silagem é de R$ 100, logo a tonelada da matéria seca desta silagem custa R$ 312,50 (R$ 100 / 0,32 ton). A matéria seca da dieta é calculada a partir da soma da MS de todos os ingredientes. Lembrando que o custo da tonelada do insumo deve levar em conta o frete, a armazenagem, as perdas, descarga, comissões etc. Segue um exemplo de cálculo do custo da tonelada da MS.
Qual a melhor dieta? Qual dieta me oferece um melhor custo benefício? Devo focar no Valor da Diária ou no Custo Alimentar da @ Produzida? A próxima tabela traz diferentes cenários de Custo de MS de diferentes dietas. Observe o impacto da Eficiência Biológica e o Custo da Tonelada da MS no Custo Alimentar da @ Produzida.
Bom agora que fizemos o cálculo do Custo Alimentar da @ Produzida falta o outro componente do Custo Total da @ Produzida: o Custo Operacional. O que compõe o Custo Operacional da @ Produzida? Da mesma forma que há diferentes pontos de vista sobre o que deve ser incluído no cálculo do Custo Operacional consideraremos as despesas inerentes à produção do confinamento:
• Combustíveis;
• Salários e Encargos;
• Prestadores de Serviços;
• Energia Elétrica;
• Telefonia;
• Aluguel de Veículos, Equipamentos e Instalações;
• Manutenção de Equipamentos e Instalações;
• Produtos Veterinários;
• Rastreabilidade;
• Softwares de Gestão;
• Consultorias;
• Mortalidade;
• Controle de Pragas;
• Manutenção de Tropa;
• Impressos e Material Expediente;
• Despesas com Hospedagem e Alimentação de Colaboradores;
• Taxas, Impostos, Licenças;
• Análises Laboratoriais;
• Ferramentas de Trabalho;
• Outros.
Um ponto que é bastante discutido sobre o cálculo do Custo Operacional é a inclusão ou não da Depreciação. A Depreciação é uma informação Contábil que visa a redução do pagamento de impostos. A Depreciação varia muito da vida útil do confinamento, do valor residual estimado após a vida útil, da quantidade de equipamentos, do tipo de instalações etc. A Depreciação é usada pelos contadores na elaboração do Balanço Patrimonial e geralmente não é usada pelos confinamentos para cálculo do Custo Operacional da @ Produzida. Fica à critério de cada gestor optar ou não pela inclusão da Depreciação no cálculo.
Os pontos que mais pesam sobre o Custo Operacional de um confinamento são a ociosidade deste confinamento, a relação de colaboradores por boi instalado e a relação de combustível por tonelada de matéria seca ofertada.
Ano após ano observamos o aumento do salário mínimo, combustíveis e consequentemente a locação de equipamentos e contratação de serviço de terceiros. A fim de reduzir o impacto destes aumentos muitos confinamentos buscam a redução de custos operacionais pela Economia de Escala e partem para projetos maiores. A consequência desta estratégia é o risco da ociosidade que acaba onerando os custos operacionais caso o ponto de equilíbrio entre as despesas, investimento e número de animais engordados não sejam observados.
Para reduzir a ociosidade os confinamentos têm buscado aumentar o período do ciclo do confinamento, avançando pelos períodos chuvosos. Esta estratégia demanda instalações preparadas para o desafio climático com melhor ambiência para os animais, que minimizem desperdícios de dieta e resistentes aos desgastes naturais.
Como parâmetro de eficiência do número de colaboradores e exposição à aumentos salariais os Americanos buscam o número de referência de 1 colaborador para cada 1.000 animais instalados (capacidade estática ou por turno de engorda) para alcançar este número trabalham com escalas muito grandes. No Brasil tenho observado que um bom número é de 1 colaborador para cada 600 animais instalados. Este número não é uma verdade absoluta mas serve como parâmetro. Continuando este raciocínio o segundo ponto de relevância no operacional é o dimensionamento de máquinas de mistura, distribuição e fabricação de dieta. O sub e o superdimensionamento são onerosos e impactam na necessidade de operadores e principalmente na quantidade de combustível por tonelada de MS distribuída. É muito comum encontrarmos confinamentos com baixa capacidade de armazenagem, baixa fabricação de toneladas de dieta por hora e pouca metragem cúbica de distribuição disponível por cabeça. A minha opinião sobre esta situação não é a falta de conhecimento dos confinadores destas variáveis, mas sim pelo elevado investimento e baixa oferta de linhas de financiamento com taxas e prazos atrativos. A falta de concorrência de fornecedores de equipamentos e as altas taxas de impostos e juros elevam os valores dos equipamentos de fábrica de ração. O ponto em questão é analisar o custo benefício gerado pela redução das despesas operacionais e melhorias na Eficiência Biológica gerado pelo dimensionamento acertado das tecnologias. Cabe a cada um encontrar um modelo eficiente para cada realidade.
Qual o impacto do Custo Operacional no Custo Total da @ Produzida? A próxima tabela mostra diferentes cenários de Custos Operacionais. Cada confinador poderá encontrar qual o valor de Custo Operacional está mais próximo de sua realidade e visualizar o impacto no Custo da @ Produzida.
Observe na planilha que um confinamento com 90 dias de cocho com Custo Operacional Diário de R$ 1,00 por cabeça e com Desempenho de 6,8 @/cab, possui um Custo Operacional de R$ 13,20/@ Produzida.
Após o cálculo do Custo Alimentar e Operacional da @ Produzida obtemos o Custo Total da @ Produzida. Bastam somar os dois custos para chegar ao Custo Total.
O aumento do custo da energia e proteína das fontes nutricionais nos força a usar cada vez mais insumos que tenham uma ótima absorção ruminal e intestinal. Estratégias que aumentam a absorção do amido como Silagem de Grão Úmido, Milho Grão Reconstituído (Reidratado), Floculação e Milho Rolado (moinho de rolo) devem ser consideradas. A associação de fontes proteicas de boa absorção como o Farelo de Soja ou Farelo de Amendoim associadas aos subprodutos de Algodão (torta ou caroço) é uma alternativa bastante usada e viável. O uso correto de aditivos (monensina, virginamicina etc.) associados à boas fontes de minerais e vitaminas complementam o aporte nutritivo e melhoram o desempenho.
Em anos de custos operacionais elevados e altos preços de insumos nutricionais a alternativa para reduzir o Custo da @ Produzida é Maximizar a Eficiência Biológica.
Fonte:André Melo  Zootecnista, Mestre em Economia Aplicada ao Agronegócio e cursou MBA em Gestão de Negócios. Atua à dez anos no mercado de confinamento e pasto e atualmente é Consultor Técnico Comercial da Vaccinar Nutrição Animal.Adaptado pelo blogueiro

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Previsão & cotações - 04/01/2013

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                                           Fonte: climatempo

Cotações

MS

R$ 91,00Boi Gordo - @
R$ 83,00Vaca Gorda - @
R$ 25,80Milho - sc 60kg
R$ 56,50Soja - sc 60kg
Fonte: