quinta-feira, 30 de maio de 2013

Indicadores do mercado do Boi – 30/05/2013




Segundo o indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista teve valorização de 0,57%, nessa terça-feira (28) sendo cotado a R$98,14/@. O indicador a prazo foi cotado em R$99,00.

A partir de 02/01/2012 o Indicador do boi gordo ESALQ/BM&FBovespa deixou de considerar o Funrural.



Bezerro à vista x Margem Bruta

Segundo o indicador Esalq/BM&F Bezerro teve desvalorização de 0,81%, cotado a R$786,11/cabeça nessa terça-feira (28). A margem bruta na reposição foi de R$833,20 e teve valorização de 1,92%.




Fechamento do mercado futuro segunda 27/05/2013

Segundo a Esalq/BM&F o contrato futuro do boi gordo para Jun/2013 teve desvalorização de R$0,20 e foi negociado a R$98,20.

Boi gordo à vista x contratos futuros para jun/2013, segundo a Esalq/BM&F



Atacado da carne bovina

Segundo a Esalq/BM&F no atacado da carne bovina, o equivalente físico manteve-se estável, fechado a R$92,43. O spread (diferença) entre o índice do boi gordo e equivalente físico foi de R$5,15 e sua variação teve alta de R$0,27 no dia. Confira na tabela



Boi gordo à vista x equivalente físico

OBS:

Quanto menor o Spread, menor é a margem bruta do frigorífico.

Quanto maior o Spread, maior é a margem bruta do frigorífico.

Desta forma, um Spread positivo significa que a carne vendida no atacado está com valor superior ao do boi comprado pela indústria, deixando assim esta margem bruta positiva e oferecendo suporte ou potencial de alta para o Indicador, por exemplo.

Spread é a diferença entre os valores da carne no atacado e do Indicador do boi gordo.



Fonte: Esalq/BM&F,Bacen,Intercarnes


adaptado e reformulado pelo blogueiro

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Centro-Oeste garante aumento de receita cambial do frango no 1º quadrimestre

Centro-Oeste garante aumento de receita cambial do frango no 1º quadrimestre




A distância em relação ao Sul - a primeira e até hoje principal Região exportadora do País - é grande.

Mesmo assim o Centro-Oeste continua registrando aumentos expressivos nas exportações, confirmando a tendência de concentração, no centro do País, não só da produção, mas também do comércio externo de carne de frango.

Desencadeadora do processo que tornou o Brasil o maior exportador mundial de carne de frango, a Região Sul encerrou o primeiro quadrimestre de 2013 detendo 71% do volume e da receita cambial da carne de frango, contra uma participação entre 17% e 18% do Centro-Oeste.

Mesmo assim, esta última foi a que mais cresceu no quadrimestre, tanto no volume como na receita. Já no Sul a expansão ficou restrita à receita cambial.

É verdade que, entre os estados exportadores do Nordeste, a expansão relativa foi significativa – de 377% no volume e de quase 525% na receita.

Mas, nominalmente, o volume adicional não chegou a um décimo do adicional do Centro-Oeste.

E, na receita cambial, o incremento nordestino correspondeu a apenas 4% do incremento registrado no Centro-Oeste.

Aliás, ao obter um aumento de receita da ordem de 25% em relação ao mesmo quadrimestre de 2012, a Região Centro-Oeste neutralizou não só o baixo crescimento da Região Sul, mas também as quedas observadas no Sudeste e Norte.

Foi, em resumo, quem garantiu o aumento de 6% na receita cambial do primeiro quadrimestre de 2013.

Fonte: Dourados Agora adaptado e resumido pelo blogueiro

Previsão do tempo MS

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                                          Fonte: climatempo

domingo, 26 de maio de 2013

Raças zebuínas nas cadeias produtivas da carne, do leite e da genética.

ABCZ produziu este vídeo para demonstrar a dimensão das raças zebuínas nas cadeias produtivas da carne, do leite e da genética.
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Fonte: Nativa Propaganda, Mira Produtora, Márcia Benevenuto e Cristiano Botelho.