sexta-feira, 21 de junho de 2013

Previsão do tempo & cotações agropecuárias - MS - 21/06/2013

                                          Fonte:climatempo

Cotações  - MS

R$ 92,00Boi gordo
R$ 86,00Vaca gorda
R$ 19,50Milho - sc 60kg
R$ 59,00Soja - sc 60kg
Fonte:

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Em curto prazo, mercado brasileiro de suínos deve direcionar vendas para o Japão



As vendas de carne suína, incluindo as variações sazonais típicas, tendem a ser relativamente estáveis ou a evoluir em taxas moderadas no mercado interno, apontaram nesta sexta, dia 14, pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). Com isso, quando se trata de demanda, a grande alteração do setor deve vir das exportações. Os embarques acabam tendo influência elevada na formação de preços tanto da carne quanto do suíno vivo.

Com o fim do embargo japonês a frigoríficos de Santa Catarina, em curto prazo, o Brasil deve voltar suas vendas para o país asiático. Neste semestre, os resultados comerciais estão abaixo do esperado, e o principal motivo é o embargo da Ucrânia, imposto no final de março. De janeiro a maio, foram exportadas 22 mil toneladas da carne suína in natura a menos do que no mesmo período de 2012, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterio (Secex).

Porém, enquanto ucranianos e russos impõem barreiras à entrada da carne brasileira, outros compradores mostram-se cada vez mais interessados pelo produto nacional. Paralelamente ao ânimo que a abertura dos japoneses traz ao setor, agentes de mercado avaliam a possibilidade de a China também retomar mais intensamente as compras da carne brasileira, caso os grãos voltem a encarecer no mercado internacional.
Fonte: CEPEA adaptado e resumido pelo blogueiro

Previsão do tempo & cotações - MS

                                          Fonte: climatempoms

Cotações - MS

R$ 92,50Boi gordo
R$ 85,50Vaca gorda
R$ 22,00Milho - sc 60kg
R$ 60,00Soja - sc 60kg
Fonte:

domingo, 16 de junho de 2013

Reforço no planejamento da nutrição animal, para que não haja perdas na seca

O período de estiagem chegou, o que significa que a baixa disponibilidade de forragem no pasto pode prejudicar o desempenho de bovinos, resultando em perda de peso no caso do gado de corte, diminuição da produção de leite do gado leiteiro e infertilidade e enfraquecimento do rebanho de maneira geral. Dessa forma, para que seja mantida a nutrição adequada dos animais uma boa suplementação alimentar é fundamental nesta época do ano, que compreende os meses de junho a setembro. Daí a importância que o pecuarista tenha se planejado para que seu gado tenha condições de enfrentar o período de seca.


De acordo com Nelcino Francisco de Paula, professor-doutor em Nutrição e Produção de Ruminantes da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), a produção de animais a pasto no Brasil representa cerca de 94% do total, os outros 6% são de animais de terminação, ou seja, aqueles que estão prestes para irem ao abate. Ele explica que a pecuária brasileira enfrenta a sazonalidade de produção das plantas forrageiras e deficiências nutricionais da pastagem. De modo geral, há excesso de produção no período das águas e escassez na seca. Assim, a aplicação de tecnologias que otimizem o desempenho animal é fundamental para manter o peso dos animais, daí a necessidade da produção de forragens tanto no ponto de vista qualitativo como quantitativo e planejamento por parte dos produtores.

O professor explica que mesmo o Estado tendo o maior rebanho de gado de corte do país, com cerca de 29 milhões de cabeças, muitos produtores ainda cometem erros por falta de informações e assistência técnica especializada. “Muitas vezes falta orientação, pois ainda há muitos pecuaristas que têm a ilusão que os animais vão perder peso agora no período da estiagem e ganhar novamente no período das águas, quando na verdade o ideal é que observem o ciclo como um todo. Onde não pode haver perdas significativas de em nenhuma época do ano”. O professor diz ainda que no caso de Mato Grosso os pecuaristas são favorecidos com uma produção de grãos em larga escala e bem sucedida. O que contribui para que seja utilizada a suplementação a base de proteína utilizando, por exemplo, grãos de casca de soja, caroço de algodão e mais recentemente o cooproduto do biodiesel. O especialista reforça que na utilização de qualquer uma das formas de suplementação alimentar, é preciso planejamento e conhecimento, por exemplo, das condições do solo, clima, potencial produtivo das pastagens, das necessidades nutricionais do rebanho bovino que ocorrem na propriedade, além das condições de mercado de produtos e insumos agrícolas.

O engenheiro agrônomo Augusto Ferraz, da empresa Boviplan Consultoria Agropecuária, que atua nessa área de pastagens, explica que em um programa de produção contínua de carne, torna-se essencial eliminar as fases negativas de desenvolvimento, proporcionando condições ao animal para se desenvolver normalmente, durante todo o ano. A fim de que se alcancem condições de abate, peso e terminação mais precoce dos animais. Dessa forma, é necessário manter o suprimento de alimento em equilíbrio com os requerimentos dos animais. Sendo que uma das formas de complementar o eventual déficit de proteína e energia que as pastagens apresentam durante o ano é por intermédio da suplementação, que é feita principalmente com alimentos concentrados ou com volumosos de boa qualidade. Já que é importante ajustar os níveis de energia e proteína do suplemento em relação à forragem.

O produtor Guilherme Nolasco, proprietário da fazenda Manacá, em Chapada dos Guimarães, concorda que a palavra principal para que o gado não perca peso e o trabalho continue no mesmo padrão durante o ano todo é planejamento. “Sabemos que nessa época do ano os dias são mais curtos, há baixa luminosidade e o clima fica mais frio, o que consequentemente diminui a qualidade da pastagem, por isso temos que estar atentos. Na minha propriedade a estratégia adotada é ir inserindo gradualmente o sal mineral aos proteinados quando a qualidade do pasto vai caindo. O grande lance é não deixar que o animal perca peso, seja nos animais de terminação ou nos que estão ainda a pasto.”

Fonte:UFMT adaptado e resumido pelo blogueiro