sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Estudo mostra que alimentar bovinos com cana-de-açúcar no inverno traz mais peso e qualidade de carcaça ao animais



Um estudo da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ) da USP, em Pirassununga, no interior de São Paulo, aponta que a adição de cana-de-açúcar na dieta de bovinos pode ser uma boa alternativa para os produtores alimentarem os animais no inverno. Animais que receberam, durante 105 dias, dieta composta por concentrado mais volumoso exclusivo de cana de alta digestibilidade, apresentaram inúmeros benefícios como maior ganho de peso total e diário, e melhor acabamento e rendimento de carcaça.

Segundo o médico veterinário Bruno de Souza Mesquita, que fez dissertação de mestrado sobre o tema, sob a orientação do professor Luis Felipe de Prada e Silva a opção é pertinente:

– Os bovinos precisam ganhar peso durante todo o ano, porém, no inverno, há escassez de pastagens o que atrapalha o desempenho animal. A safra da cana coincide com esse período, o que a torna excelente opção para a manutenção do desempenho animal durante o período seco.

O veterinário explica que já existem algumas variedades de cana específicas para a nutrição animal, sendo que a principal delas, a IAC86-2480, foi a utilizada no estudo.

– Um dos problemas gerais da cana é a sua baixa digestibilidade da fibra. Ela é digerida de forma mais lenta e fica mais tempo retida no rúmen, ocupando espaços que poderiam ser preenchidos por alimentos mais digestíveis. Isso causa um efeito de enchimento físico no animal e o mesmo tem a sensação de saciedade e acaba comendo menos.

Os testes foram realizados com 48 bovinos de corte nelores, não castrados, em confinamento. Antes de fornecer a dieta, foram pesquisadas 9 variedades de cana-de-açúcar e realizados testes em laboratório para avaliar as 2 variedades com maior e menor digestibilidade da fibra. As quatro variedades selecionadas foram cultivadas no campus de Pirassununga.

Os animais foram avaliados diariamente quanto à análise de consumo (cálculo da diferença entre a quantidade de comida oferecida e a que sobrou no cocho). A cada 14 dias, passaram por pesagem e, ao final do experimento, foram submetidos a ultrassonografia para avaliar a qualidade da carcaça.




Fonte:USP


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PF diz que índio foi morto em fazenda com arma de calibre acima de 38



O laudo pericial sobre a causa da morte do indígena da etnia terena Oziel Gabriel, 36 anos, durante a reintegração de posse da fazenda Buriti, em Sidrolândia (MS), aponta que ele foi atingido por um tiro de arma com calibre acima de 38. A informação é do superintendente da Polícia Federal (PF) em Mato Grosso do Sul, Edgar Marcon.

Marcon afirmou ao G1, na manhã desta quinta-feira (1º), que o documento excluiu a possibilidade do tiro ter partido de arma de calibre pequeno ou de fuzil; confira a matéria na íntegra =>(http://g1.globo.com/mato-grosso-do-sul/noticia/2013/08/pf-diz-que-indio-foi-morto-em-fazenda-com-arma-de-calibre-acima-de-38.html)

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quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Exportaram 72% do volume de carne bovina em junho Mato Grosso do Sul, SP e MT

Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o Brasil exportou em junho um volume de 125,3 mil toneladas de equivalente carcaça, 5,8% menos que o volume exportado em maio (133,0 mil TEC). No acumulado do ano de 2013 o país já embarcou 757,3 mil toneladas de equivalente carcaça.
Ao longo desses seis meses os estados que mais contribuíram para o volume de carne bovina exportada foram São Paulo, Mato Grosso, Goiás e Mato Grosso do Sul, com 72,0% do total exportado pelo Brasil, ou um volume de 544,5 mil TEC. Assim, no acumulado dos seis primeiros meses de 2013 São Paulo exportou 228,86 mil TEC, 30,2% de participação e a primeira colocação no semestre; Mato Grosso embarcou 122,6 mil TEC (16,2%); Goiás, 110,2 mil TEC (14,6%); e Mato Grosso do Sul, 10,9%.


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Linha especial do plano agropecuário 13/14 para financiar a construção de armazéns privados ainda não entrou em funcionamento.

Quase dois meses após ser anunciada, a linha especial do plano agropecuário 13/14 para financiar a construção de armazéns privados ainda não entrou em funcionamento. Há interessados em acessá-la, mas, por enquanto, sem o recurso disponível as propostas que chegam às agências bancárias públicas continuam apenas no papel. Em cinco anos serão R$ 25 bilhões. No primeiro, será um quinto deste valor, R$ 5 bilhões.

O Banco do Brasil, uma das instituições financeiras que vão operacionalizar a linha, ainda aguarda do governo a confirmação de qual será a fonte financeira para os investimentos. O agente depende da regulamentação do Banco Central das condições e normas que serão adotadas.

Sem a normatização do Bacen, a instituição pode apenas registrar o interesse dos possíveis contratantes, já que não dispõe de um sistema com as regras formatadas. Ainda não pode acolher as manifestações, pois não possui mecanismos para confrontar as informações apresentadas.

O Ministério da Fazenda e o Banco Central não souberam informar quando a portaria de equalização deve ser publicada.

Gigante à espera

Em Mato Grosso há interessados na linha especial com juros mensais de 3,5% e prazo maior para pagamento. "A procura está aquecida, especialmente neste estado onde a demanda por novos armazéns é permanente", disse o gerente de mercado do agronegócio da superintendência do Banco do Brasil, Brasiliano Borges.

Maior produtor brasileiro de grãos, Mato Grosso conta com uma capacidade estática para armazenar 29 milhões de toneladas, de acordo com a Conab, a Companhia Nacional de Abastecimento. Mas apenas a soma das safras de soja e milho (2ª safra) resulta em mais de 40 milhões de toneladas.
Com déficit, agricultores são obrigados a estocar a produção a céu aberto. Outros adquirem silos bolsa para minimizar a falta de unidades para recebimento.

Em Lucas do Rio Verde, a 360 km de Cuiabá, o produtor Júlio Cinpak entregou 70 mil sacas de milho em uma cooperativa do município. Mas também recorreu às bolsas para guardar em torno de 30 mil sacas na própria fazenda. “Não haveria espaço na cooperativa para receber tudo aquilo que está saindo do campo”, disse o empresário.

“Optamos [pelo silo bolsa] para não ‘jogar’ fora dos armazéns”, pontuou ainda.

Interesse x custo

Produtor rural em Sinop, a 503 km de Cuiabá, André Lunardi alerta que a disparada nos custos para construir armazéns pode frear o interesse do produtor rural. “Subiram os preços desde quando saiu esta linha de financiamento. Além disso, não há mão de obra suficiente”, citou.

Segundo o agricultor, a construção de uma unidade para 120 mil sacas, anteriormente avaliada em R$ 1,5 milhão, passou para R$ 5 milhões.

“Um preço deste fica inviável. Além disso, aqueles produtores que não trabalham com os bancos oficiais também terão que ‘disputar’ os outros 20% da fatia dos recursos disponibilizados aos bancos privados e cooperativas de crédito. Isto porque o Banco do Brasil ficou com pelo menos 80% dos recursos previstos”, observou o produtor.

Fonte: Agrodebate


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quarta-feira, 31 de julho de 2013

Valorização de mais de 100% , segundo a FAO registra carne de frango

De acordo com o site Avisite, a carne de frango chegou a abril registrando incremento de 6,5% sobre o valor de dezembro. Situação similar é observada quando se analisa a evolução anual – abril de 2013 contra o mesmo mês de 2012. Neste caso a valorização da carne bovina fica muito próxima de zero (+0,05%), a da carne suína fica limitada a 0,35% e a da carne de frango quase chega aos 10% (+9,58%).


Naturalmente, a de frango continua sendo a mais barata das três carnes. Mas sua diferença de preço em relação às carnes bovina e suína vem sofrendo redução paulatina. Tanto que, em relação ao triênio 2002/2004 (base do atual índice da FAO) e até abril passado, o preço da carne suína registrou valorização de 55%, o da carne suína de 96% e o da carne de frango de 124%.


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terça-feira, 30 de julho de 2013

Safra de mandioca deve ser a menor em 10 anos



A oferta nacional de raiz de mandioca tem apresentado expressiva redução desde meados de 2012 em consequência do clima desfavorável para a produção no Nordeste. Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em 2012, a produção nordestina foi 24,5% menor que a de 2011, influenciando a diminuição na oferta brasileira. Neste ano, a produção de mandioca no Brasil deverá ser de 21,4 milhões de toneladas, com decréscimo de 8,4% em comparação à de 2012. Se concretizada, será a menor oferta nacional desde 2003. A informação é do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

O cenário leva agentes nordestinos a se abastecerem com farinha e até mesmo raiz proveniente do Centro-Sul do Brasil, acirrando a disputa pelos produtos. No Paraná, a oferta deve ser a menor em cinco anos, segundo dados da Seab/Deral (Secretaria da Agricultura e Abastecimento).

Conforme números do IBGE, nos principais Estados produtores e processadores de mandioca, a produção deve ter expressiva quebra em comparação com a do ano passado. Na Bahia, a diminuição deve ser de 43%, enquanto que, no Pará, a baixa deve ficar em 2,5%. No principal produtor do Centro-Sul, o Paraná, apesar de ser maior a área colhida, a oferta deve reduzir 4,5%, devido à menor produtividade.

A demanda por raiz e derivados, por outro lado, é crescente. Nesse contexto, os preços da mandioca e dos derivados têm subido em todas as regiões acompanhadas pelo Cepea. A alta nas cotações da raiz e dos derivados ganhou mais força em julho do ano passado, persistindo até março de 2013, quando, em termos reais (valores deflacionados pelo IGP-DI de junho de 2013), atingiu média mensal recorde de R$ 346,17 a tonelada (R$ 0,6020 a grama). Em seguida, houve melhora na oferta e os preços foram pressionados até maio. Chuvas intensas a partir de junho, no entanto, reduziram a oferta novamente, e os preços voltaram a subir naquele mês. As altas também foram influenciadas pela menor disponibilidade de raízes de segundo ciclo e pela opção de produtores em postergar a colheita.

Em julho, a disponibilidade de raízes de segundo ciclo segue baixa em parte das regiões acompanhadas pelo Cepea. Ao mesmo tempo, produtores têm demonstrado pouco interesse em colher a raiz de primeiro ciclo. Pesquisadores do Cepea consideram que, no segundo semestre, a oferta poderá ser ainda menor, resultando em dificuldades na produção de fécula e farinha e mantendo os preços em patamares mais elevados.

Fécula

Devido à oferta mais restrita da matéria-prima, no primeiro semestre de 2013, a quantidade de raízes processada nas fecularias foi apenas 0,5% superior à do semestre anterior, mas 5,8% abaixo da do primeiro período de 2012. Segundo dados do Cepea, o volume processado foi o menor em um primeiro semestre desde 2006. Assim, estima-se que a produção anual de fécula poderá ficar abaixo da obtida em 2012 (519,67 mil toneladas), uma vez que, neste semestre, a oferta de raízes poderá ser ainda menor.

A demanda por fécula de mandioca, por sua vez, esteve maior nos primeiros seis meses de 2013, puxada pelo bom desempenho das vendas dos produtos que utilizam o derivado como insumo. Com processamento menor e demanda aquecida, fecularias não conseguiram formar estoques, que, em março, chegaram aos mais baixos níveis da série do Cepea. Assim, os preços da fécula de mandioca também seguiram em alta no primeiro semestre de 2013. Em termos reais, no período entre 15 e 19 de julho, a fécula de mandioca atingiu a máxima de R$ 2.044,53 a tonelada, a maior média semanal desde dezembro de 2004, sendo o sétimo recorde consecutivo, em termos nominais.

Farinha

O clima desfavorável no Nordeste impactou de forma mais intensa a oferta de farinha de mandioca na região, fazendo com que compradores passassem a se abastecer com o produto do Centro-Sul. Assim, as cotações da farinha de mandioca branca crua/fina tipo 1 também apresentaram movimento de alta a partir de julho de 2012, tendo continuidade até fevereiro de 2013, quando o valor médio do produto (FOB farinheira) nas regiões acompanhadas pelo Cepea atingiu R$ 128,37 a saca de 50 kg, que, em termos reais, foi 118% acima da média de mesmo período de 2012.

A farinha de mandioca branca crua/grossa teve comportamento de preços similar. Em fevereiro de 2013, a cotação média do Centro-Sul atingiu R$ 102,18 a saca de 40 kg, média que superou em 115% a de igual período de 2012. Na parcial de julho (até o dia 19), a média da farinha de mandioca branca crua/fina tipo 1 negociada no Centro-Sul foi de R$ 109,42 a saca de 50 kg.

Boletim semanal

A disponibilidade de raízes de segundo ciclo continua baixa nas regiões acompanhadas pelo Cepea, informou a entidade em seu boletim nesta segunda, dia 29. Agricultores têm priorizado as atividades de preparo de solo e/ou plantio. Além disso, chuvas no início da semana passada prejudicaram a colheita, e as baixas temperaturas levaram parte dos produtores a iniciar a separação das manivas para evitar possíveis perdas com as geadas em algumas áreas.

Diante disso, o volume de mandioca processado na indústria de fécula recuou frente à semana anterior, e os preços subiram. Do lado da indústria, a demanda está maior, devido à necessidade de reposição de estoques, o que elevou a disputa pelo produto. Este fator também impulsionou os valores da raiz. Agentes consultados pelo Cepea apontam que o plantio


Fonte: CEPEA


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segunda-feira, 29 de julho de 2013

Estará presente na Expo Cavalos 2013 a raça Crioula

Entre os dias 26 a 29 de setembro acontece a edição 2013 da Expo Cavalos. O evento será realizado na cidade de São Paulo (SP).

Seu objetivo é fomentar o desenvolvimento da criação de cavalos, dos esportes hípicos, do turismo eqüestre, da criação de cavalos e da oferta de produtos e serviços para o setor, num ambiente totalmente voltado ao cavalo.


De acordo com a programação, cavalos da raça Crioula estarão expostos nos quatro dias do evento, entre outras atividades.


Em breve a programação oficial será divulgada no site da Expo Cavalos.


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Supersafra brasileira de milho trava em falha logística

O monte de milho acima tinha cerca de 18 metros de altura - o equivalente a um prédio de sete andares - quando a foto foi tirada na última terça-feira. Era quase do tamanho da portentosa estrutura de alumínio dos silos vistos ao fundo, que possuem 20 metros. Como a colheita do milho da chamada safrinha, que ocorre no inverno, ainda está em curso, a pilha dourada segue crescendo no pátio do Vale do Verde, armazém geral que atende produtores e comercializadores de grãos, em Sinop, município a 480 quilômetros da capital de Mato Grosso.

A montanha de grãos não está só. Técnicos do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), que regularmente percorrem o Estado para ver de perto a produção, também encontraram milho a céu aberto nos municípios vizinhos de Lucas do Rio Verde, Sorriso, Tapurah e Nova Mutum.

Essa região, no chamado Médio Norte de Mato Grosso, bem no coração do Estado, é referência para o agronegócio nacional. Seus 16 municípios respondem por cerca de 40% da produção do Estado e quase 10% da produção de grãos do País. Dos 3 milhões de hectares ocupados por milho em Mato Grosso neste momento, 1,6 milhão - 53% do total - está no Médio Norte. No entanto, esse é também um dos locais do País que mais sofrem com as deficiências na infraestrutura.

Leia a notícia na íntegra no site do Estadão( http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,supersafra-de-milho-trava-em-falha-logistica,1058046,0.htm)


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Cotações - Mato Grosso do Sul


MS
R$ 96,00Boi gordo
R$ 90,20Vaca gorda
R$ 17,00Milho - sc 60kg

Soja - sc 60kg=R$ 59,00

Fonte: FAMASUL

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