sábado, 31 de agosto de 2013

Retomada discussão sobre cartel no setor de carnes, na Câmara

A Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados realiza na próxima quarta-feira (4/9) uma nova audiência pública para discutir a cartelização na indústria de carnes do Brasil. Está prevista a participação do presidente da Ourofino Agropecuária, Dolivar Coraucci Neto, e o gerente da Divisão de Saúde Animal do laboratório MSD, Edival José dos Santos Júnior. 

O pedido foi feito pelo deputado Abelardo Lupion (DEM-PR), para quem práticas como cartel e monopólio desestimulam a produção. Para o parlamentar, prejudicam as relações entre pecuaristas, frigoríficos e outros segmentos como a saúde animal.

Nesta semana, em outra audiência sobre o assunto, o presidente do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos de Saúde Animal, (Sindam), Ricardo Pinto, negou a existência de cartel no setor de carne. Segundo ele, o mercado é competitivo.

“Em termos de preço, de oferta, a concorrência é muito grande. Se a gente for falar de biológicos e vacinas, nós temos entre oito, dez empresas que fabricam [vacina] contra a febre aftosa e a raiva”, disse ele, de acordo com a Agência Câmara.

O presidente da Associação Brasileira da Indústria Exportadora de Carne Bovina (Abiec), Antônio Camardelli, também negou a existência de cartel. Reconheceu, no entanto, a necessidade de uma aproximação maior entre o produtor e a indústria.

“Nós não vivemos uma cadeia produtiva. Cadeia produtiva salutar é aquela onde todo mundo ganha ou todo mundo perde. Infelizmente, nós precisamos nos aproximar, dos dois lados - produtor e indústria. Só nós organizados podemos fazer frente ao varejo”, afirmou o presidente da Abiec, também conforme a Agência Câmara.

O cartel é um acordo entre concorrentes usada, principalmente, para fixar preços no mercado. O objetivo é aumentar os lucros dos participantes, mas o efeito é o prejuízo ao consumidor. No Brasil, é considerada crime.




Fonte: Globo Rural




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segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Teve valorização em agosto suíno vivo.

De acordo com as informações do Pecuária Rural, a média do preço do suíno vivo na região de SP, especificamente em cinco cidades (Bragança Paulista, Campinas, Piracicaba, São Paulo e Sorocaba), nos primeiros 22 dias de agosto deste ano, está em R$ 3,20/ kg, 1,4% inferior à da mesma parcial de agosto de 2012, de R$ 3,24/kg, em termos nominais. No mês, porém, o animal acumula valorização de 16,9% (até 22 de agosto), com o quilo fechando a R$ 3,35/kg.


Segundo pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), suinocultores podem aproveitar o bom momento atual para fazer caixa ou, considerando os preços mais baixos no mercado de milho, para estocar uma quantidade maior do cereal para abastecer suas fábricas de ração, dependendo da capacidade de armazenamento. No caso da compra de mais insumos, para aqueles produtores que não estão em áreas próximas às regiões produtoras de grãos, um dos entraves acaba sendo o custo com frete para o transporte do produto.




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